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Taxa Selic: Aumentos causam impactos sobre os mais pobres, alerta Cofecon

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Em nota, o Conselho Federal de Economia (Cofecon) alerta para os impactos do aumento da Taxa Selic e da política monetária atual.

O aumento da taxa Selic anunciado na semana passada pelo Banco Central soou com sinal de alerta para o Conselho Federal de Economia (Cofecon). A taxa  passou de 2,75% para 3,5% ao ano.

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Para o Conselho, o determinismo econômico que impõe o aumento da taxa básica de juros da economia poderia ser modificado, principalmente porque esse tipo de política monetária prejudica os mais pobres.

"Na atual conjuntura, o Banco Central iniciou um ciclo de elevação das metas para a Selic, que passou de 2% para 2,75%, a partir de 18/03/2021, e de 2,75% para 3,5%, a partir de 06/05/2021, com base em estimativas sugerindo que a ociosidade da economia como um todo se reduziu mais rapidamente do que o previsto. Mesmo que essas sejam boas estimativas, ainda que longe de um consenso, não seria um momento oportuno para conter a atividade, tamanho o contingente de desocupados e desalentados decorrente da pandemia", diz a entidade em nota.

O Cofecon aponta que há outros tipos de alternativas, como desonerações em setores com pressões críticas de preço, promoção da concorrência, políticas eficientes de estoques reguladores e de financiamento à agricultura familiar que poderiam ser adotadas.

Confira a nota do Cofecon na íntegra.

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