A Reforma Trabalhista foi aprovada em 2017 com a promessa da geração de seis milhões de empregos, segundo pronunciamento do ex-ministro Henrique Meirelles no mesmo ano. O então Ministro da Fazenda do Presidente Michel Temer, esbanjava otimismo com a lei recém-aprovada.

Efetivamente, porém, a Lei 13.467/2017 não gerou empregos. Ao contrário, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE): o país tem atualmente uma taxa de desemprego de 12,7%, o que sinaliza um total de 13,4 milhões de trabalhadores e trabalhadoras sem emprego. Além do número de desempregados existe também o número de desalentados, pessoas que desistiram de procurar trabalho, cujo índice aumentou para 4,83 milhões de cidadãos nessa situação, o maior número da série histórica cujo início ocorreu em 2012.

Além da diminuição do trabalho formal e da esperança de conseguir um emprego, a renda média do trabalhador brasileiro decaiu durante todo o ano de 2018, saindo do patamar de R$ 2.291,00 para R$ 2.259,00 entre o primeiro e o último trimestre do ano. Para efeitos de comparação, a inflação anual do mesmo período foi de 3,75% mostrando o declínio do poder de compra do trabalhador.

Em um ano e meio, aproximadamente, de Reforma Trabalhista o que se viu foi o aumento do trabalho autônomo, sobretudo para aplicativos de internet, e outras formas de precarização da relação do trabalho, seja a terceirização, sejam jornadas temporárias ou intermitentes. Ou seja, um imenso sacrifício que diminuiu a renda e as garantias jurídicas da população sem contrapartida das empresas e em prejuízo do estado.

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