Segundo a Bloomberg, o secretário de Estado dos Estados Unidos, Michael Pompeo, rejeitou um pedido para discutir mais ampliações no clube dos países mais ricos

O governo dos Estados Unidos rejeitou apoio à entrada do Brasil na Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), segundo reportagem publicada nesta quinta-feira (10) pela agência de notícias Bloomberg. O apoio americano para entrada do Brasil foi um dos acordos anunciados durante a visita do presidente Jair Bolsonaro a Washington, em março.

Na ocasião, o presidente americano Donald Trump, em entrevista coletiva na Casa Branca, declarou apoio à entrada do Brasil no grupo de 36 países mais ricos. O presidente Jair Bolsonaro participou na mesma coletiva.

Foto: Reuters/C. Barris

Segundo a Bloomberg, o secretário de Estado dos EUA, Michael Pompeo, rejeitou um pedido para discutir uma nova ampliação da OCDE.  “O secretário de Estado Michael Pompeo rejeitou um pedido para discutir mais ampliações do clube dos países mais ricos, de acordo com uma cópia de uma carta enviada ao secretário-geral da OCDE Angel Gurria em 28 de agosto e vista pela Bloomberg News”, informa o texto.

A reportagem ressalta ainda que “os Estados Unidos apoiam a ampliação da OCDE e um eventual convite para o Brasil, mas estão trabalhando primeiro para a Argentina e a Romênia, considerando os esforços de reforma econômica e o compromisso com o livre mercado desses países”, aponta.

Hoje, em São Paulo, o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, participou da abertura no Fórum de Investimentos Brasil 2019. Ao discursar para investidores, ressaltou a importância das reformas econômicas e da perspectiva do País fazer parte da OCDE.

“Pela primeira vez, temos um ciclo de crescimento baseado no setor privado e, pela primeira vez, temos a perspectiva de realmente integramos o clube das grandes democracias liberais, a OCDE”, disse.

“Há um enorme entusiasmo do governo brasileiro nessa direção e de todo o setor privado brasileiro. Acho que essa é uma chave para a transformação do Brasil.   Não simplesmente por aquilo que a OCDE significa em termos de governança, mas pelo estímulo de continuação ao processo de reformas”, reiterou.


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