Os preços das apostas de oito modalidades lotéricas serão reajustados a partir deste domingo (10).

Segundo a Caixa Econômica Federal, os novos preços valerão para os sorteios que serão realizados a partir de segunda-feira (11).

O último aumento ocorreu em 2015. A portaria que autoriza o ajuste do preço das loterias foi publicada na edição de 31 de outubro do Diário Oficial da União.

Confira os novos valores:

O que você faria com o prêmio de R$ 120 milhões da Mega-Sena que será sorteado hoje? O Brasil faz Seguridade Social, Segurança Pública, Cultura e Educação com parte do dinheiro que você usa para tentar a sorte grande.

Você sabia que os R$3,50 que você usa para jogar na Mega-Sena não são acumulados integralmente para o prêmio total? Na verdade, cerca de 36,91% desse valor é destinado ao desenvolvimento do Brasil.

De cada aposta simples, quase R$ 1,30 são destinados à programas que desenvolvem o país. São eles: Seguridade Social, Fundo de Segurança Pública, Fundo Penitenciário, Ministério do Esporte, Fundo Nacional de Cultura, Comitê Olímpico Brasileiro, Secretaria de Esportes dos estados, Comitê Paraolímpico Brasileiro, Comitê Brasileiro de Clubes, Confederação Brasileira do Desporto Escolar, Confederação Brasileira do Desporto Universitário e a Confederação Nacional dos Clubes.

Ou seja, a sua ‘fézinha’ pode até mudar sua vida. Mas ela certamente muda a vida de milhões de brasileiros!

Mega-Sena e Loteria são públicas! (sorte a nossa)

A Loteria é uma área estratégica da Caixa Econômica Federal, um Banco Público dos brasileiros administrado pelo governo federal. Desde o início de 2019 ela está na mira do raio privatizador de Guedes. Defendê-la é o único modo de preservar sua função social!

Só em 2018, a loteria arrecadou para as áreas descritas acima mais de R$ 6.5 bilhões. Não dá nem para imaginar o Brasil sem esse aporte! 


Neste mês, a Petrobras anunciou que a Caixa Econômica Federal irá vender todas suas ações ordinárias (aquelas que dão direito a voto em assembleia) da empresa estatal – um total de 241,3 milhões de ações, equivalentes a 1,85% do capital da companhia.
Essa venda é condizente com a linha de ação do atual presidente da Caixa, Pedro Guimarães, um agente do mercado, que também vem conduzindo a pauta privatista do governo Bolsonaro. Guimarães já vendeu ações do Instituto de Resseguros do Brasil (IRB), anunciou a venda de ações no Banco PAN e na corretora de Seguro Wiz e a privatização de quatro subsidiárias da Caixa – Caixa Asset, Caixa Cartões, Caixa Loteria e Caixa Seguridade.


Além das intenções claras de desidratar o Banco, o que implica diretamente na valorização do seu corpo de funcionários e, consequentemente, no atendimento ao público, bem como no papel social da Caixa enquanto Banco Público, a venda das ações na Petrobras significa uma grande perda na questão da defesa da soberania nacional. De total de ações a serem vendidas, apenas 24% serão destinadas a pessoas físicas. E desses 24%, apenas 2% podem ficar nas mãos dos funcionários da Caixa ou da Petrobras. O resto vai para grandes empresas e investidores, inclusive de fora do Brasil.


É o que explica Sérgio Mendonça, economista e ex-diretor técnico do Dieese:
“É uma operação em que a Caixa se desfaz de um ativo que tem todas as possibilidades de ser um bom ativo a curto, médio e longo prazo, e a Petrobras perde um parceiro importante, que é a Caixa, um Banco Público, como detentora de parte das ações da estatal que, portanto, passa a ter essas ações pulverizadas no Mercado, enfraquecendo o patrimônio público”.

Em entrevista para a Revista Fórum, Jair Ferreira, da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae), mostrou extrema preocupação com as vendas dos ativos da Caixa. “De uma forma muito sutil eles falam, por exemplo, que vão só vender algumas ações que a Caixa tem da Petrobras. Assim está se tirando todo o patrimônio que ajuda a alavancar a economia, isso enfraquece a empresa em sua capacidade. Quando se vende as loterias, quando vende parte dos seguros, estão tirando um benefício ou um potencial que há na empresa. Estão esquartejando. Sem essa força a Caixa não consegue atender a população, que é esse o objetivo. A Caixa é da população”, apontou.

Nesta segunda, 24, em entrevista coletiva para apresentar o balanço trimestral dos números da Caixa Econômica Federal, o presidente Pedro Guimarães anunciou que pretende abrir o capital de quatro subsidiárias do Banco – Caixa Asset, Caixa Cartões, Caixa Loteria e Caixa Seguridade.

Conversamos com Maria Fernanda Coelho, ex-presidenta da Caixa Econômica, para saber o que ela pensa dessas ações. Maria Fernanda mostra preocupação com essas medidas de desidratação do Banco, principalmente no que diz respeito às Loterias. Muita gente não sabe, mas em 2018 foram destinados R$ 6,5 bilhões em repasses das Loterias para a Educação, a Cultura, a Seguridade Social e a Segurança. Só para a educação foram destinados R$ 730 milhões, já que os prêmios não resgatados depois de 90 dias também vão para o Fundo de Financiamento Estudantil (FIES). Ou seja, a venda dessas subsidiárias trará impacto negativo para todo mundo. Veja a seguir:

Maria Fernanda Coelho, ex-presidenta da Caixa Econômica Federal

Atualiza Aí


“Teremos uma juventude que vai envelhecer completamente desprotegida”

De outro lado, a informalidade também dificultará o pagamento das pensões e benefícios até mesmo daqueles que contribuíram ao longo da vida. A constatação é do economista Sérgio Mendonça, ao analisar os impactos da precariedade no cenário nacional.

Governo prevê estrangular serviços para forçar reforma

A não realização dos concursos pode fazer com que parcelas dos atuais servidores não só se oponham ao projeto, mas também passem a apoiá-lo.

Mercado segue desaminado com a economia brasileira

Relatório Focus, divulgado nesta segunda-feira (17), mostra que a previsão do mercado sobre a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) caiu para 2,23%.

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Entidades entregaram ao Conselho Deliberativo da Funcef uma petição com 21,7 mil assinaturas de aposentados de todo o País.

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