Durante visita oficial à Argentina, o ministro Paulo Guedes anunciou nesta semana que o governo prevê a liberação de até 35% do saldo das contas ativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O fundo é gerido pela Caixa Econômica e o montante pode chegar a R$ 42 milhões, segundo cálculos do governo.

A liberação do FGTS, porém, beneficiará muito os Bancos. Com uma população endividada – cerca de 62 milhões de brasileiros estão inadimplentes, de acordo com dados da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) divulgados em abril, a tendência é que o recurso liberado sirva para pagar dívidas. Com isso, o recurso não voltará a circulação e nem aquecerá a economia do país.

Segundo Sérgio Takemoto, secretário de Finanças da Contraf-CUT, a liberação do FGTS não vai resolver o problema da economia e nem gerar consumo ou receita. “Será por um curto prazo e depois voltaremos à situação atual, a economia parada, sem gerar emprego.”, explicou Sérgio.

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