Durante visita oficial à Argentina, o ministro Paulo Guedes anunciou nesta semana que o governo prevê a liberação de até 35% do saldo das contas ativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O fundo é gerido pela Caixa Econômica e o montante pode chegar a R$ 42 milhões, segundo cálculos do governo.

A liberação do FGTS, porém, beneficiará muito os Bancos. Com uma população endividada – cerca de 62 milhões de brasileiros estão inadimplentes, de acordo com dados da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) divulgados em abril, a tendência é que o recurso liberado sirva para pagar dívidas. Com isso, o recurso não voltará a circulação e nem aquecerá a economia do país.

Segundo Sérgio Takemoto, secretário de Finanças da Contraf-CUT, a liberação do FGTS não vai resolver o problema da economia e nem gerar consumo ou receita. “Será por um curto prazo e depois voltaremos à situação atual, a economia parada, sem gerar emprego.”, explicou Sérgio.

Atualiza Aí


Mercado segue desaminado com a economia brasileira

Relatório Focus, divulgado nesta segunda-feira (17), mostra que a previsão do mercado sobre a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) caiu para 2,23%.

Receita paga hoje (17) restituição do lote residual do Imposto de Renda

Crédito bancário será feito para 116.188 contribuintes, somando mais de R$ 297 milhões. Os valores são referentes aos exercícios de 2008 a 2019.

Peça de autor inglês tem temporada prorrogada no CCBB – RJ

A temporadal de “Billdog 2” na capital fluminese foi prorrogada até 1º de março, com apresentações de quarta a domingo, às 19h30.

Multimídia


Entidades se reúnem em defesa do estatuto da Funcef

Entidades entregaram ao Conselho Deliberativo da Funcef uma petição com 21,7 mil assinaturas de aposentados de todo o País.

Sérgio Mendonça: o papel dos Bancos Públicos na economia

Economista Sérgio Mendonça participou do programa Crivelli Convida com o advogado Ericson Crivelli.