No dia mais gostoso do ano – o Dia do Hambúrguer – nada melhor para abrir o apetite do que conhecer um índice econômico baseado em lanches: o índice Big Mac.

Você sabia que seu lanche pode ser um bom índice? Sim! Isso acontece com o índice Big Mac. Criado em 1986 pela revista americana The Economist , o Big Mac explica muito sobre a economia dos países e possibilita uma relação entre elas

Em primeiro lugar, é preciso dizer que o índice só existe porque é baseado no hambúrguer mais famoso do mundo. O McDonald’s é a maior e mais mais conhecida rede de fast food. Ele está presente em 119 países e, em cada um deles, vende seu número 1, o Big Mac. Além disso, o hambúrguer  em questão é produzido com os mesmos ingredientes em quase todas as localidades pesquisadas.

Lições do índice Big Mac


Essa padronização mundial possibilita verificar a paridade do poder de compra entre países e também quantas horas de trabalho uma pessoa precisa fazer para comprar o sanduíche. Ou seja, é uma ferramenta que possibilita analisar o câmbio de diferentes países para além do dólar.

Na prática, o índice permite estimar quanto uma moeda está subvalorizada ou supervalorizada em relação a outra e também o
real poder de compra dela.  Um exemplo é a China. Acompanhe:

Imagem em 3 partes que fala sobre paridade de poder de compra utilizando o índice Big Mac.
Imagem inspirada na The Economist

É sério isso?

É sério. Apesar de não ter sido criado para esse fim, o Índice Big Mac tornou-se um padrão global utilizado não só no jornalismo. É usado também em trabalhos acadêmicos e no ensino de economia. Sua eficácia em falar sobre a paridade do poder de compra além do câmbio entre as moedas é bastante didática e, apesar de simples, diz muito.

Quer saber mais? Conheça a metodologia utilizada pela The Economist na matéria linkada.


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