Bancos Itaú, Bradesco e Santander fecharam 430 agências e demitiram quase 7 mil pessoas em 2019

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Imagem: JF Diorio/Estadão, Daniel Teixeira/Estadão e Edgar Garrido/Reuters

O Brasil está em crise, a economia está estagnada, mas os bancos estão alcançando lucros recordes. Nesta segunda-feira (10), o Itaú divulgou um ganho de R$ 28,4 bilhões em 2019. Esse foi o maior lucro da história entre os bancos brasileiros, conforme levantamento da empresa de informações financeiras Economatica.

Na contramão desses ganhos históricos, os bancos Itaú, Bradesco e Santander fecharam 430 agências e demitiram quase 7 mil pessoas em 2019. Reportagem do jornal O Estado de S.Paulo explica que o fechamento das agência se deu pela maior concorrência com fintechs e pressões regulatórias. Já as demissões foram causadas pelo crescimento das operações digitais.

O jornal destaca que a expectativa dessas instituições é de que “o trabalho duro feito do lado das despesas ajude a compensar, em 2020, menores margens financeiras e crescimento contido nas receitas de serviços e tarifas”.

Isto porque os ganhos dos grandes bancos têm sido impactados pelo aumento do número de players no setor com a multiplicação das fintechs e ainda mudanças regulatória, como a do cheque especial, que limitou os juros mensais em 8% desde o mês de janeiro.

O que os bancos falam?

O Itaú explicou que o contínuo investimento em tecnologia permitiu ações com foco em eficiência de custos, como o encerramento de agências e o programa de desligamento voluntário. Isso levou ao aumento de apenas 2,5% nas despesas não decorrentes de juros em relação ao ano anterior.

O Bradesco seguiu a mesma direção, de acordo com o jornal. Nesse caso, ele não conseguiu cumprir sua meta do lado das despesas, que cresceram 7,2% no ano passado. Para 2020, a meta do banco é fechar outras 300 agências.

Apesar de ter inaugurado 45 novas agências em 2019, o Santander enxugou o seu quadro de colaboradores.

Taxa básica de juros – Selic – atinge o menor nível da série histórica; em comunicado, BC sinalizou que ciclo de cortes deve ser interrompido. Decisão vai dificultar ainda mais a vida de quem investe em renda fixa.

taxa básica de juros
Imagem: divulgação

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reduziu, nesta quarta-feira (5), a taxa básica de juros da economia de 4,50% para 4,25% ao ano. Este é o quinto corte da Selic nos últimos 12 meses, alcançando um novo piso da série histórica, iniciada em junho de 1996.

O corte já era esperado pela maior parte dos analistas de mercado. De acordo com o Banco Central, a decisão foi estimulada pelos dados de atividade econômica, que para o colegiado do Copom, indicam a continuidade do processo de recuperação gradual da economia brasileira.

O comunicado do BC, divulgado ontem após o anúncio da nova taxa, reconhece que a inflação anda em baixa e que a economia brasileira ainda engatinha, o que justificou o novo corte. No entanto, o BC foi enfático em dizer que é “adequada a interrupção do processo de flexibilização monetária”.

Os membros do Comitê enfatizam que os próximos passos continuarão dependendo da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos e das projeções e expectativas de inflação, com peso crescente para o ano-calendário de 2021.

O Copom se reúne a cada 45 dias para definir a Selic. Eles buscam o cumprimento da meta de inflação, que é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), órgão formado pelo Banco Central e Ministério da Economia.

Veja como funciona o Copom.

Bancos reduzem tarifas

Quando a taxa de juros cai, a tendência é que serviços financeiros – como empréstimos e financiamentos – fiquem mais baratos. Tanto é que, logo após o anúncio do Copom, o Banco do Brasil, Itaú e Bradesco anunciaram a redução dos custos de linhas de créditos para pessoas físicas e jurídicas.

Investimentos

A redução da Selic vai dificultar ainda mais a vida de quem investe em renda fixa. Tanto a caderneta de poupança, quanto o Tesouro Selic e os fundos DI, que possuem taxa de administração acima de 1%, terão o chamado ganho real negativo. Isso quer dizer que o rendimento não vai superar a inflação.

Os retornos mais vantajosos ficam com as Letras de Crédito e Certificados de Depósito Bancário (CDB), conforme apurou O Globo.

taxa básica de juros

Taxas de juros pelo mundo

Agora com a Selic no menor patamar já visto, o Brasil passou a ocupar a nona posição no ranking de países com as maiores taxas de juros reais (descontada a inflação) do mundo.

Levantamento do site MoneYou e da Infinity Asset mostra que o juro real do Brasil está hoje em 0,91%. No topo do ranking, que considera as 40 economias mais relevantes do planeta, estão o México (3,20%), a Malásia (2,30%) e a Índia (2,28%).

De acordo com reportagem do Poder 360, comparando os balanços dos cinco maiores bancos do País, estes fecharam 611 agências e demitiram mais de cinco mil funcionários num período de 12 meses.

O campeão no fechamento de postos de atendimento foi o Banco do Brasil. Do terceiro trimestre de 2018 ao mesmo período deste ano, passaram de 4.147 para 3.684 unidades -recuo de 11%. O número de funcionários caiu de 97.232 para 93.872.

Menos 1.200 agências até o fim de 2020

A expectativa é de que os bancos fechem 1.200 agências até o fim do próximo ano. O presidente da Caixa Econômica, Pedro Guimarães, vem repetindo em entrevistas que a Caixa é o “banco da matemática” e admitiu a hipótese do fechamento de agências se, pelas contas, for considerado uma iniciativa oportuna.

Juntam-se a isso os PDVs, Programas de Demissão Voluntária, oferecidos pelas instituições financeiras. Somente neste ano, a Caixa deve diminuir mil funcionários, em meio à mega operação dos saques do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Desligamento de funcionários prejudica cidadãos

Desde 2014, a CEF perdeu cerca de 15 mil funcionários e passou de 101 mil, em 2014, para 85 mil empregados, em 2018. Funcionários da instituição reclamam da carga de trabalho, que acarreta na piora do atendimento à população e traz impacto negativo para a saúde dos empregados.

Para Dionísio Reis, Coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, os PDVs são inapropriados, já que os bancos precisam de mais funcionários. “A nossa luta é para melhores condições de trabalho e de atendimento à população. Para isso, precisamos de mais trabalhadores e não menos. Esta redução prejudica não só os trabalhadores que ficam, como também a população, que é prejudicada diretamente”, diz.

Veja também: Bancários têm 96% de probabilidade de serem trocados por máquinas

Tecnologia tem sido usada como desculpa

A justificativa dos dirigentes para a diminuição do quadro de funcionários e do número de agências e postos de atendimento está ligada à tecnologia. Uma pesquisa da Deloitte com a Febraban mostra que 60% das transações bancárias já são feitas por canais digitais.

No entanto, é preciso ter em mente que a tecnologia não substitui totalmente a mão de obra humana, principalmente em um País em que 30% das pessoas ainda não têm acesso à internet e que carece de cidadania bancária, principalmente em suas regiões mais afastadas. E levar cidadania bancária a essas pessoas é função dos bancos públicos, por meio de agências e postos de atendimento.

É necessário requalificar quem perde o emprego por causa da tecnologia

É oportuno ressaltar aqui as palavras do economista Claudio Adilson Gonçalez, em artigo para o Estadão. “A mão invisível aloca os recursos onde estes são mais produtivos, cria novas tecnologias e acende a chama do empreendedorismo, mas não lida bem com questões de desigualdade e pobreza”, diz.

Para ele, é necessário que haja um “retreinamento e requalificação de pessoas que perderam seus empregos em virtude das novas tecnologias”. Isso também é fundamental para pensarmos o Brasil sob o viés da diminuição das desigualdades. E os bancos, fundamentalmente os bancos públicos, estão no centro dessa questão.

O segundo trimestre de 2019 foi promissor para os bancos no Brasil. Apesar da economia estagnada, do alto nível de desemprego e do desalento, as maiores instituições do país seguem lucrando. E muito!

Os maiores bancos do país divulgaram seus balanços referentes ao segundo trimestre. Em comum, o aumento das cifras em relação ao primeiro trimestre de 2018. Alguns com incríveis 34% de alta em relação ao mesmo período do ano anterior. Acompanhe as cifras:

  • Itaú: lucro de R$ 6,815 bilhões, alta de 9,1%;
  • Bradesco: lucro de R$ 6,042 bilhões, alta de 33,4%;
  • Santander: lucro de R$ 3,41 bilhões, alta de 20%;

A Caixa Econômica Federal ainda não divulgou seu balanço referente ao segundo trimestre de 2019. A previsão é de que o faça na semana que vem, segundo matéria de O Estadão.

Redução de linhas de crédito para empresas

Outro dado importante passível de se depreender dos balanços foi a diminuição do crédito para Pessoa Jurídica. No caso do Banco do Brasil, cujos empréstimos são fundamentais no setor agro, desde a agricultura familiar até o agronegócio, caiu -7,8%.

Questão que levanta preocupação já que o setor produtivo não está investindo, logo, a geração de emprego e renda segue ‘suspensa’ em meio a crise.

O segundo trimestre para a população

Em dados da PNAD Contínua, auferida pelo IBGE, no mesmo período em que os bancos lucraram bilhões, o número de desempregados no Brasil esteve em 12 milhões de pessoas.

Segundo trimestre tem leve melhora, mas ainda é cedo para saber se isso configura a quebra da tendência de queda do trabalho formal.
O Uzbequistão tem uma populção maior do que o número de empregados formais no Brasil.

A população subocupada, composta por indivíduos disponíveis para trabalhar mais horas, chegou a 7,4 milhões de pessoas e o número de indivíduos que trabalham por conta própria esta em 24,1 milhões. Em compensação, o número de trabalhadores com carteira esta em apenas 33,2 milhões.

Nos últimos meses, instituições financeiras públicas e privadas têm adotados medidas visando demissões em massa de seus funcionários. As justificativas variam de “corte de gastos” à modernização, mas o resultado é o mesmo: a precarização dos serviços prestados à população e a sobrecarga de trabalho dos empregados remanescentes.

Confusão na Caixa Econômica: direção anuncia PDV e volta atrás

Em maio, a direção da Caixa Econômica lançou um Programa de Demissão Voluntária (PDV) com o objetivo de atingir 3500 empregados. O Programa foi anunciado em maio com a justificativa de economizar R$ 716 milhões ao ano.

Menos de 3 meses após o anúncio, a direção do banco tentou fazer com que cerca de dois mil funcionários, todos atendentes em agências, adiassem suas saídas, sob a alegação de necessidade de pessoal para atender o público que vai sacar os fundos disponíveis nas contas do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), mostrando o resultado óbvio de que a falta de funcionários prejudica o atendimento à população.

Dionísio Reis, coordenador da Comissão Executiva dos Empregados da Caixa, voltar atrás da decisão de implementar o PDV é um desrespeito com os trabalhadores da Caixa. “Tentar impedir os trabalhadores que aderiram ao PDV de sair, agora que eles já têm seus planos pessoais é inadmissível. É mais um desrespeito da direção da Caixa com os trabalhadores. O banco tem de manter o PDV e ainda dar melhores condições de atendimento à população”, afirma.

Dionisio lembra, também, que a falta de empregados na Caixa é um problema grave e que trará consequências negativas na liberação do FGTS. Em 2014, a Caixa contava com 101 mil trabalhadores e um déficit de 2 mil. Agora, tem apenas 84 mil – 17 mil a menos.

Banco do Brasil e a “reestruturação”

No último dia 29 de julho, a direção do Banco do Brasil anunciou uma nova “reestruturação” na empresa, que resultará no corte de 2.300 vagas entre agências e setores administrativos. A medida terá como resultado o fechamento de 333 agências, que passarão a ser apenas postos de atendimento.

As novas medidas tomadas pela direção do BB significam a desidratação do banco público, que tem função social primordial para o Brasil, já que chega aos rincões do país e oferece crédito rural e mais barato, principalmente, para a agricultura familiar.

Segundo matéria do Valor Econômico, o banco já vinha diminuindo seu quadro de funcionários. Dados do BB mostram uma queda de quase 1% nos quadros neste ano, até o último dia 30 de julho, quando o total de funcionários era de 96.048. Em relação ao plano anunciado nesta semana, a Contraf calcula que a redução pode chegar a 2,3 mil pessoas.

Itaú demite 6,9 mil

O banco Itaú, um dos principais bancos privados do País, anunciou no último dia 29 de julho um Programa de Demissão Voluntária (PDV) que atingirá cerca de 6,9 mil funcionários. Como justificativa, o banco alega que está ampliando suas iniciativas digitais, que contribuem para menor necessidade de mão-de-obra humana. Segundo o presidente da instituição, Candido Bracher, o Itaú já fechou mais de 200 agências físicas no segundo semestre de 2018.

Bancos privados lucram muito no primeiro semestre

De acordo com reportagem da Época Negócios, os três grandes bancos privados do país lucraram R$ 32.2 bilhões no primeiro semestre de 2019, um crescimento de 17,9% na comparação com o mesmo período do ano passado. O Bradesco também está fechando agências. Entre janeiro e junho deste ano, foram fechadas 36.

Bancários se unem contra desmontes de bancos públicos

Neste fim de semana, Caixa e Banco do Brasil realizam seus congressos de bancários na cidade de São Paulo. O 35º CONECEF, da Caixa Econômica, tem como lema “Todos Contra o Retrocesso” e discute, além das questões restritas ao universo dos bancários, a conjuntura política atual e medidas para resistir às tentativas de desmonte dos bancos públicos. O 30º Congresso Nacional dos Funcionários do BB acontece “Em defesa do Banco do Brasil e dos seus funcionários na era digital e da privatização”.

Privatizar é mesmo o melhor negócio? A experiência nos mostra que não, já que o setor de telefonia (privatizado na época do governo FHC) é campeão de reclamações do consumidor.

Isso fica evidente também quando o assunto são os bancos. No ranking de reclamações feito pelo Banco Central, os bancos públicos (Caixa e Banco do Brasil) ocupam posições inferiores ao PAN, Santander e Bradesco (instituições privadas). As informações são referentes ao segundo trimestre de 2019 e aos bancos com mais de quatro milhões de clientes.

Pan, Bradesco e Santander ocupam as primeiras posições no ranking de reclamação de clientes


O Bradesco registrou um índice de 24,50 e, o Santander, de 23,75. Os dois principais bancos públicos do país – a Caixa e o BB – vêm depois, com 20,71 pontos e 20,63 pontos, respectivamente.

O índice de reclamação é calculado pelo BC levando em consideração a quantidade de reclamações procedentes recebidas por cada instituição em proporção à sua quantidade de clientes (o número de reclamações é multiplicado por 1.000.000 e dividido pelo total de clientes).

Vale ressaltar que a Caixa tem sido vítima de sucessivas tentativas de desmonte orquestradas pelo governo federal e endossadas pela atual administração. Em 2014, a instituição contava com 101 mil empregados e perdeu mais de 15 mil funcionários em apenas cinco anos. Isso, evidentemente, gera uma piora no atendimento prestado ao público e reflete nos índices de reclamações.

O lucro líquido dos cinco maiores bancos brasileiros atingiu incríveis R$ 86 bilhões em 2018. Enquanto isso, a população do país vive os efeitos do desemprego, da diminuição do PIB per capita e tem dificuldades para acessar crédito.

Os cinco maiores bancos do país em volume de ativosItaú, Banco do Brasil, Bradesco, Santander e Caixa Econômica Federal – lucraram R$86 bilhões somente em 2018, cerca de 16% a mais do que no ano anterior. O total de ativos das cinco maiores instituições bancárias é, atualmente, de R$ 6,4 trilhões.

Alto lucro e rentabilidade elevada

Os principais motivos do resultado positivo foram a queda das despesas de captação de crédito, impulsionadas pela queda da taxa Selic; a diminuição das provisões de eventuais perdas dos empréstimos, a elevação das receitas com tarifas e serviços; cortes de pessoal; controle das despesas administrativas e redução de impostos. 

Isoladamente, cada um desses fatores é importante. Porém, quando aplicados coletivamente, geram um descolamento da realidade econômica que afeta a população brasileira, mesmo fazendo parte dessa realidade. 

Reforma Trabalhista, privatização de áreas estratégicas de bancos públicos, abandono de políticas econômicas anticíclicas e restrição de crédito para as famílias e para o setor produtivo são, paradoxalmente, motores do aumento de lucros, principalmente para os bancos privados. Mas tem impacto implacável quando falamos em geração de empregos e renda para brasileiras e brasileiros. 

E o futuro, a quem pertence?

O relatório sobre o Desempenho dos Bancos em 2018, elaborado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), aponta um rumo bastante claro: uma forte reestruturação do setor bancário apontando para estruturas virtuais de atendimento.

Isso significa que a cada momento mais usuários serão atendidos por meio de seus smartphones e que agências bancárias e postos de trabalho estão em risco. Além disso, o que se desenha para o futuro é uma limitação na concessão de crédito para pessoas físicas, sobretudo nos empréstimos fora do modelo consignado ou no financiamento de imóveis. Ambos com um risco menor de inadimplência.  

Empregos e empregados

Bradesco, Itaú e Caixa, juntos, fecharam 212 agências bancárias durante o ano 2018. Já Banco do Brasil e o Santander abriram 76 e 28 no ano, respectivamente, totalizando 104 novas agências. O saldo segue negativo, principalmente quando se fala de postos de trabalho.

Entre programas de demissão voluntária (PDV) e desligamentos, foram fechados 3.305 postos de trabalho. Somente entre Caixa e Banco do Brasil foram quase cinco mil empregados, o que afeta diretamente a qualidade do serviço e a quantidade de trabalho para cada funcionário.

Sinais, fortes sinais

Aliados a esses fatores conjunturais de 2018, deve-se considerar questões estruturais do sistema financeiro no Brasil. Os cinco maiores bancos do país aumentam a concentração bancária reduzem a concorrência. Isso encarece os serviços e permite que os bancos mantenham altos spreads (margens) e altas taxas de juros.

A redução gradual e sistemática do tamanho dos Bancos Públicos e o esvaziamento de seu papel social são uma clara sinalização do atual governo. A privatização de tais instituições, em parte ou totalmente, deve conduzir a maior concentração bancária, a restrição na oferta de crédito, dificultando a recuperação da economia e a melhoria de vida da população. Aparentemente, este é o caminho que o Governo Bolsonaro resolveu seguir.





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