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Subiu a gasolina? Veja como o brasileiro protestou contra Dilma e como protesta contra Bolsonaro

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Preço gasolina

No dia 7 de novembro de 2017, o Ministério Público Federal do Rio de Janeiro processou Guido Mantega (ex-ministro da Fazenda), Graça Foster (ex-presidente da Petrobras), Luciano Coutinho (ex-presidente do Bndes), Miriam Belchior (ex-ministra do Planejamento), Francisco Roberto de Alburquerque (general), Marcio Pereira Zimmermann (ex-ministro de Minas e Energia) e José Maria Ferreira Rangel (sindicalista) por improbidade administrativa.

Cada uma dessas pessoas era membro do Conselho Administrativo da Petrobras entre 2013 e 2014. Na época, a estatal era criticada por economistas liberais por "segurar" o preço da gasolina, do diesel e do gás de cozinha no Brasil e não repassá-los ao consumidor a mando do governo federal presidido por Dilma Rousseff.

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Ao observar essa parte da história do Brasil diretamente de 2022, um dia depois da Petrobras autorizar um reajuste de 18,8% para a gasolina e  24,9% para o diesel, parece inacreditável. Porém, mesmo assim, os protestos contra o presidente Jair Bolsonaro não atingem a mesma violência que foi vista contra Dilma.

Machismo, misoginia, violência

Como diz o ditado, quem bate esquece, já quem apanha não. Por isso é tão difícil encontrar as imagens misóginas, machistas e violentas que faziam parte do dia a dia nos anos de 2013, 2014 e 2015 contra ex-presidenta Dilma na internet. Muitos dos seus detratores hoje estão envergonhados, mas parte da população não se esquece.

Desde a vaia na abertura da Copa do Mundo no Brasil até o famigerado adesivo - que graficamente fazia uma analogia da vagina da presidenta com a entrada do tanque de combustível de carros - foram vistos no País. Além disso, ações como a citada no início desse texto buscavam criminalizar a todo custo a decisão dos governos petistas de não equiparar o preço do petróleo internacional aos combustíveis no Brasil.

Já em relação ao atual presidente - que apesar do aumento de dois dígitos no preço dos combustíveis afirmou nada ter a ver com a Petrobras - paira a calma das críticas qualificadas.

Protestos contra Bolsonaro

Protestos contra Dilma