Reconta Aí Atualiza Aí São Paulo: Vereadores aprovam mais 3 parcelas do auxílio emergencial

São Paulo: Vereadores aprovam mais 3 parcelas do auxílio emergencial

São Paulo: Vereadores aprovam mais 3 parcelas do auxílio emergencial

A Câmara de Vereadores de São Paulo aprovou nesta quarta-feira (24) o pagamento de mais 3 parcelas do Renda Básica Emergencial. O valor varia entre R$ 100 e R$ 200 e deve ser pago para 1,3 milhão de pessoas. O gasto com os pagamentos destas parcelas gira em torno de R$ 420 milhões.

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Receberão o pagamento os moradores da capital paulista cadastrados até 30 de setembro de 2020 no programa Bolsa Família. Trabalhadores ambulantes inscritos no programa Tô Legal e com o Termo de Permissão de Uso (TPU) regularizado também terão direito ao pagamento.

De acordo com o projeto de lei, famílias monoparentais terão direito a duas cotas, totalizando R$ 200. Pode receber o dinheiro a mãe ou o pai que é responsável pelos filhos. Pessoa com deficiência que não recebe o Benefício de Prestação Continuada (BPC) também poderá receber duas cotas.

O vereador Eduardo Suplicy (PT) afirmou que há recursos para estender o benefício para mais pessoas. De acordo com ele, é possível incluir pessoas que ingressaram no Bolsa Família após setembro de 2020 e também os que foram habilitados pelo Cadastro Único, mas que estão na fila do programa.

“Faço um apelo ao bom senso do prefeito e do líder do governo para que considerem esta emenda que beneficia aquelas pessoas que deveriam já estar inseridas no Bolsa Família e ainda não foram consideradas”, disse o vereador.

Já a vereadora Luana Alves (PSOL) propôs o aumento do valor do auxílio para R$ 350, ampliar o benefício para mais famílias e estender o pagamento enquanto durar a pandemia.

“Eu gostaria muito de saber o que os secretários do governo Bruno Covas, que receberam um aumento de 46% em janeiro, o que fariam com R$ 100. É isso que a gente gostaria de saber”, questionou.

Vacina para São Paulo

Além da prorrogação do auxílio emergencial, o projeto de lei autoriza a Prefeitura de São Paulo a adquirir vacinas contra a Covid-19. Mas a compra só será feita caso as doses do Plano Nacional de Imunização, do Governo Federal, sejam insuficientes para imunizar a população da cidade de São Paulo.

No entanto, os imunizantes precisam estar autorizados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

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