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Sampaprev 2: Servidores de São Paulo decidem manter greve

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servidores sao paulo greve

Os servidores municipais de São Paulo decidiram na tarde desta quinta-feira (4) prosseguir em greve contra o Sampaprev 2. O projeto, do prefeito de São Paulo Ricardo Nunes, retira direitos já adquidos pelos funcionários do município e aumenta a taxa de desconto do salário para o plano de previdência.

A decisão foi tomada durante assembleia dos servidores realizada na porta da Câmara dos Vereadores, após o oitavo ato de protesto da categoria. O local foi escolhido, segundo o Sindicato dos Servidores Municipais de São Paulo (Sindsep), para pressionar os vereadore a votarem a contra o PLO 07/21, conhecido por Sampaprev 2.

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Em nota, o sindicato afirma que "o projeto aumenta em 7 anos para mulheres e 5 anos para homens o tempo de contribuição, confisca 14% do salário de aposentados e pensionistas e ainda cria a segregação de massas dos fundos previdenciários para favorecer os banqueiros com dinheiro dos aposentados".

A assembleia dos servidores deliberou, além da continuidade da greve, um novo ato/assembleia no dia 10 de novembro, às 14h novamente em frente à Câmara. Os servidores também buscarão realizar atividades de mobilização em todas as regiões da cidade e o monitoramento da agenda do prefeito da capital.

"Nós temos que ampliar a mobilização, fortalecer a greve nos locais de trabalho e no dia 10, quart-feira, nós temos que construir uma grande manifestação porque esse é o único caminho possível para derrotar o Sampaprev 2", disse João Gabriel, vice-presidente do Sindsep.