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Quem financia o terrorismo doméstico? A pergunta que Flávio Dino quer responder

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flávio dino

Centenas de manifestantes contra a democracia ocupam há mais de um mês a porta do Quartel General (QG) do Exército em Brasília. Além de atrapalharem o trânsito, promoverem ações de vandalismo na cidade, agressões e um atentado com bomba próximo ao aeroporto da cidade no último dia 24, seguem sem trabalhar postados na porta do QG.

E é essa a disponibilidade de tempo que fez o futuro ministro da Justiça, já nomeado pelo presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), afirmar que é necessário apurar quem financia o movimento antidemocrático que vem prejudicando a capital federal.

“Nós temos, sem dúvidas, agentes privados, inclusive agentes econômicos, e nós vamos apurar essas conexões, sim. Essa gente não voltará à legalidade magicamente no dia 1º de janeiro. Essa gente está mal intencionada e não tem limites”, afirmou em entrevista à GloboNews o futuro ministro da Justiça, Flávio Dino (PSB).

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Atentado com bomba

Na mesma entrevista, Dino afirmou: “Não se trata obviamente do chamado lobo solitário. Há gente poderosa financiando isso”. A análise é corroborada pelos primeiros resultados das investigações conduzidas pela Polícia Civil do Distrito Federal e, agora, pela Polícia Federal.

No depoimento, o terrorista que colocou a bomba em um caminhão de combustível afirmou ter gasto mais de R$ 160 mil no arsenal que trouxe do Pará para Brasíla.

“Estamos diante de uma espécie de esconderijo de pessoas com más intenções, maus propósitos, e que põe em risco as próprias Forças Armadas”, afirmou o ministro que luta para que cessem os acampamentos na frente dos quartéis não só de Brasília, mas de todo o País.

Com informações do Metrópoles