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O auxílio emergencial será prorrogado?

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Governo Federal analisa pagar mais duas parcelas do auxílio emergencial, mas o valor deve ser menor do que o atual, que é de R$ 600

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Muito se discute sobre a prorrogação do auxílio emergencial para além das três parcelas já definidas na Lei nº 13.982/2020. No Congresso Nacional, parlamentares articulam mudanças para que o pagamento dos R$ 600 chegue a mais brasileiros e por mais tempo.

Mas o assunto tomou forma após o presidente Jair Bolsonaro dizer que foi acertado o pagamento de mais duas parcelas do auxílio emergencial, mas com valor inferior aos atuais R$ 600. A informação foi dada durante live transmitida nas redes sociais do presidente, na última quinta-feira (4).

De acordo com Bolsonaro, após essas duas parcelas adicionais o pagamento chegará ao fim. “Cada vez que nós pagamos esse auxílio emergencial, dá quase R$ 40 bilhões. É mais do que os 13 meses do Bolsa Família. O Estado não aguenta. Então, vai deixar de existir”, disse.

Nesta terça-feira (9), o ministro da Economia, Paulo Guedes, confirmou que o auxílio emergencial será mesmo prorrogado por mais dois meses. A informação foi dada por ele durante a Reunião do Conselho de Governo.

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Guedes explicou que mais dois meses de pagamento do auxílio emergencial é o tempo necessário para o setor produtivo se preparar para retomar as atividades. “E depois entra em fase de decolar novamente, atravessando as duas ondas”, explicou.

Bolsonaro diz que essas duas parcelas adicionais não serão de R$ 600 cada uma. Só se sabe que o valor será menor, mas o Governo Federal ainda não definiu quanto vai ser.

Se prorrogado por mais dois meses, com o valor de R$ 600 por parcela, o custo aos cofres públicos será entre R$ 202 bilhões e R$ 203 bilhões, de acordo com o secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues.

O auxílio emergencial foi aprovado para socorrer trabalhadores informais, integrantes do Bolsa Família e pessoas de baixa renda que perderam a renda por causa da pandemia do coronavírus. Até o momento, 58,6 milhões de brasileiros já receberam o pagamento.