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Mercado sinaliza inflação mais alta e PIB menor em 2021

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A edição do boletim Focus desta segunda-feira (29) manteve a projeção de alta para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – medidor oficial da inflação do Brasil – bem com aposta em crescimento menor da economia em 2021.

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Pela décima segunda semana consecutiva, os analistas do mercado financeiro ouvidos pelo Banco Central (BC) apostam em inflação maior este ano, passando de 4,71% para 4,81% nesta edição da pesquisa.

A expectativa de inflação se mantém acima da meta central deste ano. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é de 3,75%. No entanto, esta margem pode ficar 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,25% e o superior, 5,25%.

Para 2022, a estimativa de inflação se menteve em 3,51%; para 2023, a previsão é de 3,25%.

PIB

Nesta edição, os economistas reduziram novamente a margem de crescimento da economia brasileira, passando de 3,22% para 3,18% em 2021.

Na semanda passada, o Banco Central divulgou seu primeiro relatório de inflação em 2021. A autoridade monetária redesenhou suas projeções para pior: o crescimento do PIB deve ser menor em 2021. Conforme o relatŕoio, a projeção atual do BC é de que o PIB cresça 3,6% em 2021. Em dezembro, se esperava um crescimento de 3,8%. 

Selic

Os economistas do mercado financeiro mantiveram em 5% ao ano a expectativa para a taxa básica de juros do Brasil no final de 2021. Atualmente, a Selic está em 2,75%. Já a projeção para os juros em 2022 permaneceu em 6% ao ano.

Dólar

Com a economia patinando, os reflexos surtem efeitos no mercado de câmbio: em relação ao dólar, os economistas ouvidos pelo Banco Central também revisaram para cima a projeção para a moeda norte americana, que subiu de R$ 5,30 para R$ 5,33 ao final deste ano. Para 2022, passou de R$ 5,25 para R$ 5,26.