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Inflação sobre mais pobres fecha 2020 com alta de 6,3%

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O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) Classe 1 fechou o ano de 2020 com alta de 6,30%. A taxa, medida e divulgada nesta quinta-feira (7) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), mede a variação de preços que afetam famílias que recebem entre 1 e 2,5 salários mínimos.

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Para efeitos comparativos, o IPC Classe 1 fechou 2019 com alta de 4,6%. O IPC-Br, que abrange famílias que recebem de 1 a 33 salários mínimos, teve alta de 5,17% em 2020, ante 4,11% em 2019.

Os dados apontam que tanto em 2019 como em 2020 os mais pobres sofreram mais com a inflação do que a média geral das famílias.

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Dezembro

No último mês de 2020, o IPC Classe 1 teve alta de 1,39%, ficando acima do indicador geral, de 1,07%. Em dezembro de 2019, a taxa foi de 0,93%. Em novembro de 2020, foi de 0,95%.

Em dezembro, os principais produtos e serviços que puxaram o IPC Classe 1 para cima foram: energia (11,85%), gasolina (1,22%), arroz (3,92%), gás de cozinha (1,72%) e banana prata (14,28%).

A variação no setor habitação se destacou em dezembro pela aceleração na variação de preço. Em novembro, os custos tiveram alta de 0,39%. No último mês de 2020, a variação disparou e foi de 3,21%.

Ano

Do ponto de vista anual, os elementos que pesaram mais na alta de preços foram: alimentação (15,37%); habitação (6,13%); educação, leitura e recreação (4,47%); saúde e cuidados pessoais (3,37%); e despesas diversas (2,34%).

O IPC Classe 1 registrou taxas positivas em todos os meses de 2020. Desde junho, além de positivas as taxas mensais têm se acelerado.