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Idosos com 60 anos ou mais têm papel fundamental na economia, aponta Dieese

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Em meio à crise econômica e ao alto índice de desemprego, o trabalho, a renda e a contribuição financeira dos idosos tornam-se importantes ao sustento das famílias.

Com o objetivo de conhecer e quantificar a importância econômica e social das pessoas de 60 anos ou mais, o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) fez um estudo sobre o perfil.

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A pesquisa traz recortes separados por estados com dados sobre nível financeiro, saúde e Covid-19, moradia e família. Ao todo, foram oito temas pesquisados:

  • Trabalho;
  • Compartilhameno de moradia;
  • Se moram com estudantes;
  • Responsabilidade no sustento da casa;
  • Auxílio Emergencial;
  • Plano de Saúde;
  • Comorbidades;
  • Se testaram positivo para Covid-19.

Quantos idosos existem no Brasil?

O País conta com 37,7 milhões de pessoas com 60 anos ou mais. Entre elas, 18,5% trabalham e 85% moram com a família. No mesmo sentido, 25% moram com estudantes e 21% contribuem com 50% ou mais da renda do domicílio. Ainda assim, 26% deles moram em casas em que algum dos habitantes recebeu auxílio emergencial.

Na área da saúde, 32% dos idosos brasileiros possuem planos de saúde e 58% deles têm comorbidades (doenças como diabetes, hipertensão, problemas cardiovasculares, entre outros).

Como vivem os idosos em cada estado?

A pesquisa mostra que as realidades são bem diferentes entre as 27 unidades da federação, a começar pela Bahia – estado em que os mais idosos sustentam a casa (82%).

Já em relação à saúde, o Acre é o estado em que as pessoas com mais de 60 anos mais têm comorbidades (64%). E também no Norte, o Amazonas foi o estadado em que os mais idosos testaram positivo para Covid-19 (6,1%). Porém, no estado de São Paulo e no Distrito Federal estão as pessoas pertencentes ao grupo que mais pagam planos de saúde (43% e 42%, respectivamente).

O estudo na íntegra pode ser conferido no site do Dieese ou acessado clicando aqui.

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