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Guedes põe nova CPMF no fim da fila de prioridades

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A equipe econômica do Planalto decidiu colocar a recriação da CPMF – também chamada de “micro-imposto digital” – como um dos últimos pontos de uma lista de propostas de alteração na legislação econômica e tributária.

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A ideia do grupo de Paulo Guedes é que a troca no comando das casas legislativas ofereça uma abertura ao encaminhamento de projetos da agenda de reformas ultraliberais. De outro lado, estimam que a partir do último trimestre do ano o Congresso diminua seu ritmo já mirando nas eleições de 2022. Essa dinâmica, entretanto, deve se dar por etapas.

Uma das questões mais urgentes é a aprovação do Orçamento deste ano. Outra, a aprovação da chamada Proposta de Emenda Constitucional (PEC) Emergencial, que cria um mecanismo de corte automático de despesas para que o Teto de Gastos não seja violado.

A nova encarnação da CPMF, originalmente destinada ao financiamento da Saúde, seria uma das últimas prioridades. Vista por Guedes como uma forma de diminuir encargos trabalhistas pagos por patrões – repassando a conta para toda a sociedade – a proposta enfrenta resistência dentro do próprio Executivo e também no Congresso Nacional.