Reconta Aí Atualiza Aí Guedes afirma que retomada econômica depende de vacinação, mas defende a não obrigatoriedade

Guedes afirma que retomada econômica depende de vacinação, mas defende a não obrigatoriedade

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O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta sexta-feira (18) que para o “pássaro Brasil voar” a “asa da saúde deve bater com a asa da retomada econômica”. O ministro da economia condicionou a possibilidade de forte crescimento econômico em 2021 à vacinação da população.

Ainda assim, se alinhou a Jair Bolsonaro, defendendo a não obrigatoriedade da vacina.

“Só é possível retomada do crescimento sustentável com vacinação em massa. A grande esperança é a vacinação em massa. [Mas] uma vacinação voluntária. O que o governo tem que fazer é disponibilizar de forma gratuita”, defendeu durante coletiva de imprensa virtual.

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Guedes prometeu novamente um “crescimento em V” para a economia brasileira baseada, em sua projeção, no investimento privado. O chefe da equipe econômica minimizou os dados que apontam uma ascensão na curva de casos de infecção e de mortes por conta do novo coronavírus.

Segundo Guedes, o “plano A” é voltar às reformas liberais caso a doença arrefeça. Na quinta-feira (17), o Brasil superou pela primeira vez em meses o patamar de mil mortes diárias. “Nós temos que observar mais tempo”, colocou o ministro.

“Nós estamos analisando se é um repique ou uma segunda onda. Se for um repique, com cuidado nós derrubaremos novamente”, afirmou.

“Não podemos usar a doença como justificativa para irresponsabilidade fiscal, mas se houver uma situação indicada pela saúde, temos que ter uma ação tão enérgica quanto a primeira”, disse, apesar de defender que o espaço fiscal se reduziu ao longo de 2020.

Em novembro, Guedes havia prometido que no caso de se voltar à situação de mil mortes diárias, o auxílio seria prorrogado.

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