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Expectativa de inflação sobe de 4,60% para 4,71% em 2021

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A cada semana, economistas do mercado financeiro elevam suas estimativas para a inflação em 2021. O boletim Focus divulgado na manhã desta segunda-feira (22) pelo Banco Central (BC) traz que a inflação oficial do País, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve fechar o ano com alta de 4,71%. Trata-se da décima primeira semana de alta; na pesquisa anterior, a estivativa era de 4,60% em 2021.

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Para 2022, a projeção para o IPCA passou de é de 3,50% para 3,51%; para 2023, se manteve em 3,25%.

O cálculo para 2021 continua acima do centro da meta da inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é de 3,75% para este ano. No entanto, esta margem pode ficar 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,25% e o superior, 5,25%.

Selic

Os economistas do mercado financeiro também aumentaram de 4,5% para 5% ao ano a expectativa para a taxa básica de juros do Brasil no final de 2021. Na semana passada, o Copom elevou a taxa básica de juros da economia para 2,75% ao ano. Foi a primeira elevação em quase seis anos.

Para 2022, o mercado financeiro elevou a expectativa de uma alta da Selic de 5,5% para 6% ao ano.

PIB

Na esteira do pessimismo, os economistas projetaram nesta edição crescimento menor da economia em 2021: a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) – soma de todos os serviços e bens produzidos no País – passou de 3,23% para 3,22%.

Dólar

Em relação ao dólar, os economistas ouvidos pelo Banco Central mantiveram a projeção para a moeda norte americana em R$ 5,30 ao final deste ano.