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Estudo do Dieese revela que desligamentos por mortes mais que triplicam na Caixa

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Foram 46 falecimentos nos primeiros quatro meses deste ano contra 13 no mesmo período de 2020. Categoria clama por vacinação

O número de óbitos entre bancários da Caixa Econômica Federal mais que triplicou. É o que revela um estudo feito pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos (Dieese) a pedido da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae).

De acordo com o levantamento, o percentual de aumento de mortes de empregados do Banco Público chega a 254% na comparação com os primeiros quadrimestres de 2020 e 2021.

Foram 46 falecimentos nos primeiros quatro meses deste ano contra 13 no mesmo período de 2020.

De janeiro do ano passado a abril deste ano, um total de 108 empregados da Caixa perderam a vida. Quando considerados os demais bancos, este quantitativo chega a 531.

“Não se pode fechar os olhos para mais de 100 bancários da Caixa mortos em pouco mais de um ano. Só nos quatro primeiros meses de 2021, perdemos 46 colegas”, lamenta o presidente da Fenae, Sergio Takemoto.

“São 46 famílias que ficaram sem seus parentes: trabalhadores que se dedicaram a servir ao país e faleceram nesta terrível realidade enfrentada pelos empregados da Caixa e pelos brasileiros”, acrescenta.

Com informações da Fenae