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Empregados da Caixa fazem paralisação nesta terça (27)

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Empregados da Caixa Econômica Federal farão paralisação de 24 horas nesta terça-feira (27) contra a privatização, por vacinas e por novas contratações.

Em número reduzido de funcionários, sem vacinas e acompanhando as estratégias de privatização da Caixa, empregados do Banco Público farão uma paralisação por 24 horas hoje.

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De acordo com o Sindicato dos Bancários, a decisão foi tomada após reunião na CEE/Caixa dos representantes de todas as bases sindicais do Brasil, com a orientação nacional de paralisação nacional de 24 horas.

Dionísio Reis, diretor do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região e empregado da Caixa, enfatiza: “A mobilização dos empregados junto ao movimento sindical foi motivada por uma série de ataques, tanto contra instituição financeira, como aos direitos históricos dos trabalhadores”.

A Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae) apontou ainda mais motivos para a greve: “Contra a privatização ou desmonte da Caixa; contra o assédio institucional que existe na empresa e as metas desumanas e por melhores condições de trabalho e de atendimento à população”.

Além disso, a aprovação do PL que prioriza a vacinação da categoria, que trabalhou presencialmente durante toda a pandemia, também faz parte da lista de reivindicações.

Segundo Fabiana Uehara Proscholdt, coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, “O banco, não à toa, é tido como foco de proliferação da Covid-19”, disse a coordenadora da CEE/Caixa .

Empregados da Caixa sinalizarão agências que ficarão fechadas no dia 27

Conforme orientação do Sindicato dos Bancários de São Paulo Osasco e Região, os empregados que aderirem à greve sinalizarão as agências que não serão abertas amanhã com cartazes do lado de fora.

Além disso, a greve afetará também trabalhadores que estão em regime de teletrabalho. Estes, segundo o sindicato, não deverão logar suas máquinas no sistema do banco.

Comunicado aos bancários da Caixa

Em comunicado, a Contraf-CUT informou que acatou a determinação do Tribunal Superior do Trabalho de que sejam mantidos, em serviço, 60% dos empregados bancários da Caixa e suas subsidiárias em atividade, de forma remota ou presencial durante todo o período de greve.

A Confederação também exigiu que a Direção da Caixa Econômica Federal respeite o percentual de 40% dos bancários que têm o “direito constitucional” de paralisar suas atividades nesta terça-feira, dia 27 de abril de 2021, “advertindo que outra atitude resultará no descumprimento da decisão judicial e do que disposto na Lei de Greve (artigo 11, caput)”.

Leia a íntegra aqui.

Com informações do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Fenae e CUT.