Reconta Aí Atualiza Aí Em defesa da educação, estudantes, professores e funcionários vão à rua

Em defesa da educação, estudantes, professores e funcionários vão à rua

O contingenciamento de 3,5% dos recursos da educação proposto pelo governo Bolsonaro acertou em cheio a Educação Superior Pública. Os cortes nas 63 universidades e 38 institutos federais chegou a mais de 30% das verbas em alguns centros de ensino.

Chamadas de verbas discricionárias – aquelas que não fazem parte do custo fixo das universidades, como o pagamento de professores e servidores – o grande contingenciamento do orçamento da educação pode inviabilizar o funcionamento de algumas das mais importantes instituições.

A reação da comunidade acadêmica que corre o risco de perder o acesso à água, luz, funcionários terceirizados, obras, equipamentos e realização de pesquisas foi imediata e culminou com o ato “Tsunami da Educação” no dia 15 de maio: um protesto em defesa da educação em cidades por todo o país.

Tsunami da Educação

Em Brasília, cerca de 30 mil pessoas se concentraram na frente da Biblioteca Nacional durante cerca de uma hora sob o sol forte e depois seguiram para o Congresso Nacional. Cartazes de em apoio à educação eram segurados por estudantes, docentes e servidores. Apoiados por centrais sindicais e movimentos sociais diversos, os manifestantes pela educação falaram sobre a impossibilidade de de construção de um futuro minimamente próspero sem a priorização das verbas para a área.

Estudantes em defesa da educação – Brasília 15/05/2019
Wordpress Social Share Plugin powered by Ultimatelysocial