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Eleições 2020: todas as urnas eletrônicas já foram testadas

As 500 mil urnas eletrônicas utilizadas nas eleições municipais no dia 15 de novembro já foram testadas e são seguras, segundo o Tribunal Superior Eleitoral.

As urnas eletrônicas já estão prontas para as eleições 2020.

De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), todas as urnas eletrônicas que serão utilizadas nas eleições de 2020 já foram testadas e são seguras. Nesse ano, eleitores de todo o Brasil votarão em nível municipal, ou seja, escolherão vereadores e prefeitos. O número de urnas disponíveis para a data é de meio milhão e elas atenderão 5.570 cidades no País.

O presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, afirmou que “a urna eletrônica é um instrumento contra fraudes”, além de remontar à história de fraudes eleitorais no País. No mesmo sentido, Giuseppe Janino, Secretário de Tecnologia da Informação do TSE, afirmou que as urnas evitam a intervenção humana e com isso, a possibilidade de fraudes.

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Como serão as urnas eletrônicas

As urnas utilizadas em 2020 terão o mesmo modelo dos anos anteriores: possuem um visor, onde o eleitor poderá ver a foto dos candidatos em que irá votar e 13 teclas.

Os algarismos vão de 0 a 9 e as outras três teclas são funcionais. Nelas é possível votar em branco, corrigir e confirmar os votos. As cores para as teclas funcionais também seguem as mesmas: branca para o voto em branco, laranja para corrigir e verde para confirmar.

As urnas eletrônicas para pessoas com deficiência

Além das adequações das seções eleitorais para pessoas com deficiência, haverá nas urnas eletrônicas dispositivos adequados aos cegos, com inscrição em braile em todas as teclas, bem como audiodescrição dos votos, segundo reportagem de Rodrigo Resende, para a Rádio Senado.

História

Na página do Grupo de Teleinformática e Automação da Universidade Federal do Rio de Janeiro há uma breve história do uso da tecnologia nas eleições no Brasil.

Segundo o grupo, a partir da Lei 6996/82 começaram a ser utilizados os sistemas de processamento de dados nas eleições do Brasil. No ano de 1982, data da lei, cerca de 58.616.588 brasileiros foram às urnas para eleger governadores – a primeira eleição direta desde do Golpe Militar.

Já no ano de 1985, os sistemas de processamento de dados foram expandidos também para o cadastramento dos eleitores, o que foi imprescindível para o recadastramento eleitoral ocorrido no ano seguinte, 1985.

Contudo, somente na década de 90, mais precisamente no ano de 1996, é que o processo de informatização do voto começou. Esse processo foi concluído nos anos 2000, quando a ampla maioria dos eleitores utilizaram a urna eletrônica para votar nas eleições municipais.

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