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Economia em Debate: Vantagens e desvantagens do Brasil na OCDE

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Economia em debate: Vantagens e desvantagen do Brasil na OCDE

A participação do Brasil como País-Membro na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) tem vantagens e desvantagens para a economia brasileira, avalia o Conselho Federal de Economia (Cofecon). A fim de debater o tema, a autarquia promoverá um debate nesta sexta-feira (11), às 17h, com transmissão pelo canal do Cofecon no YouTube.

Participam do evento os economistas Otaviano Canuto, ex-direitor executivo do FMI e ex- diretor excutivo do Banco Mundial; e Adhemar Mineiro, economista do Dieese, assessor da SRI/CUT e da REBRIP, e membro do Grupo de Reflexão sobre Relações Internacionais/GR-RI. O debate poderá ser acessado clicando aqui.

Entenda

O Conselho da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico iniciou recentemente as discussões sobre a adesão com o Brasil. Esse convite preliminar ainda depende das deliberações dos países membros da OCDE - Alemanha, Austrália, Áustria, Bélgica, Canadá, Chile, Colômbia, Coreia do Sul, Costa Rica, Dinamarca, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Estados Unidos, Estónia, Finlândia, França, Grécia, Hungria, Irlanda, Islândia,  Israel,  Itália, Japão, Letónia, Lituânia, Luxemburgo, México, Noruega, Nova Zelândia, Países Baixos, Polónia, Portugal, Reino Unido, Chéquia, Suécia, Suíça e Turquia. Contudo, atende a um anseio antigo do Brasil.

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Desde 1994, o Brasil está engajado na OCDE e em 2007 tornou-se um parceiro-chave na organização, participando de órgãos da entidade e aderindo aos instrumentos legais da organização, fundada em 1961 para promover o progresso econômico dos seus Membros e estimular o comércio mundial.