Pular para o conteúdo principal

Dra. Mayra Pinheiro, a capitã cloroquina, hostilizou médicos cubanos

Imagem
Arquivo de Imagem
Imagem do site Recontaai.com.br

Durante a chegada dos médicos cubanos a Fortaleza em 2013, Dra. Mayra Pinheiro foi flagrada vaiando os profissionais contratados pelo Programa Mais Médicos.

Foto:Jarbas Oliveira/Folhapress

Nem só de cloroquina vive a médica pediatra Dra. Mayra Pinheiro. Em 2013, quando os médicos cubanos chegaram a Fortaleza para trabalhar para o programa Mais Médicos, a profissional foi flagrada pela Folha de S.Paulo vaiando os profissionais.

Faça parte do nosso canal Telegram.
Siga a página do Reconta Aí no Instagram.
Siga a página do Reconta Aí no Facebook.
Adicione o WhatsApp do Reconta Aí para receber nossas informações.
Siga a página do Reconta Aí no Linkedin

Aos gritos de "escravos", a médica fez parte da turma que se revoltou com o programa criado em 8 de julho de 2013, durante o governo Dilma Rousseff. Sob a batuta do então ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o programa contratou 15 mil médicos para atender nas regiões mais pobres do Brasil. Regiões onde os médicos brasileiros não queriam atuar - como cidades, povoados do interior do País, comunidades indígenas e periferias de grandes cidades.

Acompanhe o vídeo da chegada dos médicos a Fortaleza e a recepção hostil dos médicos brasileiros. Entre eles, Dra. Mayra Pinheiro é vista a partir dos 18 segundos participando da turba enfurecida.

O Mais Médicos chegou a ter 18.240 profissionais que garantiram atendimento a 63 milhões de brasileiros em mais de 4 mil municípios, segundo fonte oficial do Ministério da Saúde.

Além dos cubanos, médicos de outras nove nacionalidades aceitaram o desafio de atender os mais pobres do Brasil, assim como alguns brasileiros que atuaram no programa. O Mais Médicos foi reconhecido pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pela Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS).

Hoje, há mais de 1,3 mil municípios com vagas em aberto.

Leia mais sobre Saúde no Reconta Aí.