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Dados e informações da população devem ficar sob a guarda do Estado, afirma Erika Kokay

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Imagem do site Recontaai.com.br

De acordo com a deputada federal Erika Kokay (PT/DF), dados e informações da população brasileira devem seguir guardados e geridos por empresas públicas. Em vídeo gravado para a campanha Salve Seus Dados, que busca alertar a população sobre o perigo da privatização da Dataprev e do Serpro, a parlamentar ressaltou a importância crescente que os dados vêm adqurindo em nossa sociedade e da ética no uso das informações dos cidadãos e cidadãs.

Segundo ela, a manutenção dos dados e informações da população, das empresas e do País pelas duas empresas públicas são estratégicas. A parlamentar também chamou atenção de que esses dados são importantes demais para ficar nas mãos de empresas que visam apenas, ou principalmente, o lucro.

A deputada também se posicionou contra os planos do governo de privatizar ambas as empresas, que têm boa saúde financeira e executam trabalhos que são referências em diversos países do mundo.

Privacidade e sigilo

O debate levantado pelo vídeo gravado pr Erika Kokay vem a calhar no momento em que a população tem sido cada vez mais vítima de golpes digitais. O uso das informações pessoais, como telefone, nome da mãe e até números de documentos estão sendo utilizados cotidianamente por pessoas mal-intencionadas para obterem ganhos ilícitos enganando os cidadãos, principalmente os que compreendem e vivenciam menos o mundo da internet.

Especialistas são unânimes em altertar que além de proteger os próprios dados, não os divulgando a terceiros, os usuários não devem clicar em links suspeitos, preencher formulários em páginas de internet desconhecidas e nem divulgar seus dados para empresas, mesmo as idôneas.

"A privacidade e o sigilo das informações pessoais são condições básicas para que os usuários de internet tenham segurança no mundo digital. É preciso se precaver contra golpes e também contra o uso das nossas informações pessoais por empresas que lucram com eles sem dar retorno algum ao usuário", afirma um especialista em tecnologia que prefere não identificar.