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Cuidado! Golpe do PIX está circulando por e-mail

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Desde que o sistema PIX começou a funcionar no Brasil, inúmeros golpes vêm surgindo para roubar os dados dos cidadãos. Um deles circula por e-mail e, aparentemente, é um comprovante de recebimento de uma transferência PIX. No entanto, é um golpe.

Mas já adiantamos que bancos não mandam e-mail, SMS ou WhatsApp solicitando seus dados.

A mensagem eletrônica usa o endereço de e-mail [email protected] Para parecer real, a imagem se assemelha a um comprovante de transação bancária. Ela possui o nome completo da pessoa que supostamente enviou o dinheiro, a instituição bancária de onde teria saído o valor e até mesmo o código da transação. No caso das mensagens a que o Reconta Aí teve acesso, os valores eram R$ 3.693,16 e R$ 2.376,31.

No entanto, para ter acesso ao dinheiro, o cidadão precisa clicar em "Desbloquear crédito". Ao clicar no link, o cidadão cai no golpe. Neste momento, duas opções podem acontecer: na primeira, os golpistas ganham acesso ao seu computador ou celular após você clicar no link; e a segunda é o direcionamento para uma página falsa na internet onde os golpistas vão pedir alguns dados pessoais e, até mesmo, informações bancárias.

Por isso, não clique em nenhum link envaido por e-mail, não preencha nenhum campo com suas informações e não forneça seus dados em momento algum.

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Como não cair nesses golpes

Esse tipo de golpe onde o hacker usa um link de um site falso é conhecido como técnica Phising. Os assuntos usados como isca são variados e um velho conhecido das pessoas é o comprovante de transferência enviado por e-mail. Agora, é a vez do PIX.

Para o advogado Rafael Faben, especialista em Direito Digital e Proteção de Dados Pessoais, é fundamental que as pessoas tomem algumas precauções para evitar ao máximo cair em golpes virtuais.

O primeiro passo é desconfiar e não clicar em qualquer link enviado em nome das instituições financeiras. “O banco não vai fazer contato por e-mail, SMS e nem por WhatsApp. Antes de clicar, pesquise no Google se aquele domínio é realmente verdadeiro ou não”, explica Faben.

De acordo com o advogado, o ideal é seguir somente as orientações repassadas pelo site ou aplicativo do banco. E, caso ainda tenha dúvidas sobre a veracidade do e-mail, busque informações direto com o banco.

Atenção! Sempre desconfie de promessas fáceis.