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CPI: Pazuello muda versão sobre crise de Manaus

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O ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello mudou sua versão sobre a crise ocorrida em Manaus. Em depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid no Senado, afirmou que teve ciência da possibilidade de falta de oxigênio no dia 10 de janeiro, quando se reuniu com autoridades amazonenses.

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De acordo com o general, um e-mail da White Martins - fornecedora do oxigênio - teria informado o Ministério em 14 de janeiro.

Em 18 de janeiro, entretanto, sua versão era outra. Em coletiva de imprensa, declarou ter sido avisado em 8 de janeiro.

"No dia 8 de janeiro, nós tivemos a compreensão, a partir de uma carta da White Martins, de que poderia haver falta de oxigênio se não houvesse ações para que a gente mitigasse este problema",  declarou na ocasião.

Um mês antes, em dezembro de 2020, Pazuello havia declaro que medidas de distanciamento social já não eram mais necessárias.

Segundo os senadores amazonenses, o oxigênio vindo gratuitamente da Venezuela chegou a Amazonas antes que o socorro vindo de outros estados.

Eduardo Braga (MDB-AM) chegou a chamar as declarações de Pazuello de "mentirosas", após o militar afirmar que só faltou oxigênio em Manaus por apenas três dias: "Foram vinte dias! Basta olhar o número de mortos! O desespero das pessoas!".

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