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CPI da Covid: Inconsistências são apontadas no depoimento de Fabio Wajngarten

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Inconsistências no depoimento de Fabio Wajngarten, ex-secretário especial de Comunicação Social da Presidência da República, têm sido levantadas enquanto seu relato ainda ocorre na tarde desta quarta-feira (12) na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid no Senado.


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Wajngarten afirmou que em março de 2020, estava afastado do trabalho por conta de ter sido infectado pelo novo coronavírus. Naquele mês, a Secretaria Especial de Comunicação Social (Secom) veiculou a campanha "O Brasil Não Pode Parar". O perfil Bora Conversar de Política resgatou lives e entrevistas daquela época, em que o ex-secretário relatava estar trabalhando de casa.

Em outro momento, o depoente negou ter alegado que a gestão de Eduardo Pazuello à frente do Ministério da Saúde foi marcada por "incompetência", palavra que estampou uma edição da Veja em que constava uma entrevista com ele.

A revista, após anúncio de Renan Calheiros (MDB-AL) de que requisitaria o material da entrevista, liberou o conteúdo em áudio.

Na entrevista, o jornalista questiona se a questão da aquisição das vacinas foi "incompetência ou negligência". Wajngarten afirmou explicitamente que se tratava do segundo caso.

A sessão, a mais tensa da CPI até o momento, foi permeada por momentos em que a direção da Comissão alegou que Wajngarten mentia e poderia ser preso por estar na condição de testemunha.

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