Pular para o conteúdo principal

Covid-19: Gestão da pandemia derruba popularidade de Bolsonaro

Imagem
Arquivo de Imagem
Imagem do site Recontaai.com.br

A situação do Governo Federal encerra a semana de forma negativa. A gestão da crise sanitária e o fim do auxílio emergencial aparecem como principais fatores de pesquisa de opinião que aponta queda na popularidade de Jair Bolsonaro. A questão das vacinas se torna o principal foco de críticas por parte de empresários. Por último, a imprensa volta a sinalizar favoravelmente ao impeachment.

Siga a página do Reconta Aí no Instagram.
Siga a página do Reconta Aí no Facebook.
Adicione o WhatsApp do Reconta Aí para receber nossas informações.
Siga a página do Reconta Aí no Linkedin

De acordo com uma série de levantamentos conduzidos pela Exame Research – em parceria com a IDEIA, consultoria em opinião pública -, o percentual de pessoas que avaliam o mandato de Bolsonaro como ótimo e bom despencou, em apenas uma semana, de 37% para 26%. O nível de desaprovação atingiu 45%.

O período corresponde aos fracassos diplomáticos na obtenção de vacinas vindas da Índia e de insumos exportados pela China. A atuação de Eduardo Bolsonaro às margens do governo e a postura do Chanceler Ernesto Araújo são vistas como causas para os obstáculos, que tentaram ser justificados pelo ministro da Saúde por conta de fuso horário.

Entidades patronais cobram especificamente outra postura do Ministério da Saúde, tanto em relação a orientações como no objetivo de garantir vacinação em massa no País, considerado elemento fundamental para alguma possibilidade de retomada da economia.

Na mesma publicação na qual entidades empresariais verbalizam suas críticas e demandas, há uma sinalização positiva em relação à possibilidade de impeachment. O indicativo veio em forma de editorial do Estadão, publicação recorrentemente cobrada pelo posicionamento em 2018, no qual qualificou o segundo turno das eleições como “Uma Escolha Muito Difícil“.

Outra publicação de São Paulo, a Folha foi no mesmo sentido. O jornal paulista listou em reportagem ao menos 23 situações promovidas por Bolsonaro passíveis de enquadramento em crime de responsabilidade, ou seja, em fato a embasar um pedido de impeachment.

Na sociedade civil, grupos têm organizado carreatas a favor do impeachment. As convocatórias partem desde articulações de esquerda até coletivos que apoiaram a eleição de Bolsonaro, como, Novo, MBL e Vem Pra Rua.