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Correios registram aumento de 40% no volume de encomendas e decidem congelar preços

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CORREIOS

Os Correios decidiram manter os preços das encomendas sem reajustes. Em comunicado recente, a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos anunciou que não aumentará o valor das entregas nacionais e internacionais.

Apesar da inflação oficial de 10,06% em 2021 - influenciada principalmente pelo preço dos combustíveis - a estatal afirmou que em 420 cidades (dentre os 5.568 municípios do Brasil contabilizados pelo IBGE) haverá redução do preço de serviços de entrega como PAC e Sedex a partir do dia 31 deste mês.

De acordo com fontes anônimas dentro da estatal, a manutenção e a diminuição dos preços em algumas localidades fazem parte de uma estratégia de ação para ganho de market share (fatia de mercado).

No comunidado da estatal, o presidente dos Correios, Floriano Peixoto, afirmou: “Nesse momento de recuperação econômica, é importante dar apoio às atividades de quem quer produzir, gerar valor, principalmente os micros e pequenos empreendedores que atuam no comércio eletrônico”.

A afirmação concorda com a dos empregados da instituição que, durante o ano de 2021, lutaram contra a privatização da empresa, reafirmando a importância do seu papel para o Brasil.

Um funcionário da estatal, que também preferiu não se identificar, fez a seguinte análise: "Enquanto empresas privadas reajustam preços por causa da inflação, os Correios reduzem o preço para ganhar mercado e aumentar a concorrência, melhorando a vida dos brasileiros".

O ano de 2021 também trouxe bons resultados aos Correios, que durante o período viram aumentar em 40% o volume de encomendas em relação ao ano de 2020. O lucro de 2021 da estatal deverá ser divulgado em breve.

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