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Correios: Ecetistas intensificam greve e protestos

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Com a paralisação das negociações entre ecetistas – os trabalhadores dos Correios – e a direção, entidades buscam a intensificação da greve.

Sem ecetistas, nem as bicicletas novas dos Correios garantirão as entregas. Foto: Reprodução

De acordo com a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios, Telégrafos e Similares (Fentect), a direção dos Correios tem se negado a negociar com os ecetistas em greve. Os trabalhadores pedem a volta das 70 cláusulas retiradas do acordo coletivo da categoria pela direção. Além disso, pedem melhores condições de trabalho, equipamentos de proteção individual e melhorias nos postos de atendimento para prevenir o contágio por Covid-19. Contudo, a direção dos Correios se nega a negociar e segue mantendo a retirada de direitos.

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Na quinta-feira (27), ocorreu a segunda rodada da reunião de conciliação proposta pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST). O objetivo era a resolução do impasse entre trabalhadores e diretoria dos Correios. Para tanto, o ministro Luis Philippe Vieira elaborou uma proposta que buscava mediar a necessidade dos empregados e as alegações da direção.

Entretanto, a proposta formalizada pelo ministro foi aceita de formas diferentes pelas partes. Enquanto empregados se comprometeram a levá-la à assembleia dos trabalhadores, a direção recusou de imediato. Assim, o andamento do Dissídio Coletivo de Greve prosseguiu.

Por causa da falta de acordo, a Fentect orientou os sindicatos e trabalhadores de todo País a intensificarem a mobilização para promover a ampliação da greve já que, se depender do general Floriano Peixoto, presidente da estatal, ainda vai longe.