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Com atuação de Flávio Bolsonaro, futura oposição tentou desidratar PEC da Transição

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Congresso Nacional

A aprovação da Proposta de Emenda Constitucional nº 32 de 2022, conhecida como PEC da Transição, deu uma pequena amostra de qual pode ser o cenário enfrentado pelo próximo governo no Congresso, ao menos no Senado.

Sob a liderança simbólica de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), parte dos senadores votaram contra o texto principal que foi levado ao plenário da Casa a partir da Comissão de Constituição e Justiça. Não só isso, mas também propuseram um destaque em que tentaram diminuir de dois para um ano o prazo de validade da regra criada pela Proposta.

A resistência articulada pelo filho mais velho do presidente veio apesar da Proposta ter sido formulada para financiar programas também prometidos por seu pai, caso viesse a se reeleger.

O peso de Flávio Bolsonaro, entretanto, não foi suficiente para que a oposição à PEC se disseminasse. Ainda que a bancada do Rio de Janeiro tenha sido a única a mostrar unanimidade contra a PEC, no conjunto de senadores do PL não houve consenso: apenas 5 dos 8 senadores votaram contra o texto principal.

Ainda assim, o partido que abrigou Bolsonaro pretende lançar o nome de Rogério Marinho (RN) para a disputa da presidência do Senado no ano que vem.

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