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Centrais Sindicais: Vacina no braço e comida no prato é tema de ato no dia 26

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Imagem do site Recontaai.com.br

Centrais sindicais e movimentos sociais pedem a adesão da população a ato em protesto por vacina e comida no dia 26 de maio na cidade de Brasília.

Está marcado para o dia 26 de maio um ato de nove centrais sindicais brasileiras contra a redução do auxílio emergencial e por políticas que garantam segurança alimentar e vacinas a todos os brasileiros. Além do protesto, será lançada e entregue ao Congresso Nacional a primeira Agenda Legislativa das centrais sindicais. O documento traz o posicionamento (e propostas) referentes a 23 projetos que tramitam na Câmara dos Deputados e no Senado e afetam diretamente os trabalhadores.

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"A prioridade, neste momento de pandemia, é garantir vacina no braço e comida no prato da população e, para isso, temos de pressionar cada vez mais os parlamentares no Congresso Nacional e nos estados”, diz Sérgio Nobre, presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT).

Entre as outras pautas levantadas pelas centrais sindicais, está luta contra as privatizações. “Não vamos permitir que eles privatizem as nossas estatais, indutoras do crescimento e desenvolvimento do Brasil, nem que acabem com o serviço público, como quer o governo Bolsonaro”, afirma o sindicalista.

O ato do dia 26

Devido à pandemia, a manifestação em Brasília contará apenas com a presença dos presidentes das centrais sindicais e líderes de movimentos sociais - sem aglomeração -, mas será transmitida pela internet nas redes das centrais.

Em nota, a CUT afirma que o ato do dia 26 não promoverá ações de rua que gerem aglomeração. "Um reduzido número de participantes seguirá todos os protocolos sanitários para evitar o contágio e a propagação da Covid-19. A pandemia, sob a incompetência e negacionismo do governo Jair Bolsonaro, já matou mais de 440 mil brasileiros e brasileiras".

Além das centrais sindicais, estarão presentes a Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares (Contag), o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST) e as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo.

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