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Caixa Seguridade retoma pedido para privatização

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A Caixa Econômica Federal informou que retomou o pedido junto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para realizar uma oferta inicial de ações (IPO, em inglês) da Caixa Seguridade na B3, atual denominação da bolsa de valores brasileira, sediada em São Paulo.

A informação foi divulgada na quarta-feira (12). Em um IPO, o valor das ações fica abaixo do valor usual dos papéis de uma empresa após o ingresso no mercado de capitais.

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Em tese, o preço “promocional” compensa o risco maior enfrentado pelo investidor antes da entrada e funcionamento da empresa no mercado de ações.

O IPO da Caixa Seguridade, se confirmado, deverá ocorrer na forma de uma oferta secundária. Isso significa que não serão criadas novas ações para a venda. As ofertadas serão as já existentes – e atualmente pertencentes à Caixa Econômica.

Leonardo Quadros, da direção da Associação do Pessoal da Caixa de São Paulo, vê o novo informe da Caixa diretamente relacionado à edição da Medida Provisória 995.

“A intenção do governo já foi confessada pela nota da Secretaria da Presidência da República dizendo que o objetivo da MP 995 é reduzir a presença da Caixa em mercados ‘não estratégicos’. O que é ‘não estratégico’? Todos os outros bancos não têm essa área como subsidiária de capital aberto. Procura as ações do Itaú Seguros para comprar. Não têm”, critica ele.