Reconta Aí Atualiza Aí Caixa completa 160 anos e bancários fazem mobilizações em defesa do banco 100% público

Caixa completa 160 anos e bancários fazem mobilizações em defesa do banco 100% público

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Nesta terça-feira (12), dia em que a Caixa comemora 160 anos, empregados do Banco Público lembram a trajetória da instituição desde 12 de janeiro de 1861. Várias ações contra privatização e por fortalecimento do papel social da instituição vão acontecer para marcar esta data.

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“Principal operadora das políticas públicas federais, a Caixa Econômica está presente em 97% dos 5.570 municípios para que as ações sociais cheguem a quem mais precisa”, ressalta o presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae), Sergio Takemoto.

Cerca de 120 milhões de pessoas foram atendidas pelo banco na pandemia para o pagamento do auxílio emergencial e de outros benefícios.

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Além da Fenae, as mobilizações de hoje também são coordenadas pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e contam com o apoio das 27 associações representativas dos trabalhadores da Caixa nos estados (Apcefs).

As ações começaram às 11h por meio de um tuitaço com as hashtags #MexeuComACaixaMexeuComOBrasil e #PrivatizaNão.

Protestos

Os trabalhadores também protestam contra a chamada “gestão pelo medo”, em que denunciam pressão da empresa para adesão a Programas de Desligamento Voluntário (PDVs), reestruturação do banco sem diálogo com os empregados, jornadas exaustivas, condições de trabalho inadequadas para o home office e cobrança de metas consideradas abusivas no contexto da pandemia.

A partir das 12h, os bancários participam da lavagem simbólica da frente da Matriz I da Caixa Econômica Federal, em Brasília. O ato é em defesa do fortalecimento do papel social do banco e contra a venda de setores estratégicos da instituição, como as áreas de Seguridade e de Cartões e o futuro Banco Digital estruturado para o pagamento do auxílio emergencial e de outros benefícios sociais.

“Uma estratégia do governo para vender o banco aos pedaços”, alerta Sergio Takemoto. “Nosso país precisa manter a Caixa pública, sólida e competitiva, capaz de dar conta tanto da concorrência privada quanto de suas responsabilidades sociais”, acrescenta o presidente da Fenae.

Com informações da Fenae

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