Pular para o conteúdo principal

Balcão do MEC: Senado tem assinaturas para CPI, mas presidência resiste

Imagem
Arquivo de Imagem
bozo de ouro

O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), integrante da oposição ao governo no Senado, anunciou a adesão de 27 assinaturas para a instauração de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) com o objetivo de investigar o escândalo no Ministério da Educação.

 O apoio de 27 senadores - um terço da Casa - é necessário para que uma CPI seja instalada. A imprensa denunciou um esquema de favorecimento de prefeituras através da intermediação de pastores sem cargos dentro da pasta. Em troca, os religiosos receberiam propina - até mesmo na forma de barras de ouro.

Leia também:
- Bolsonaro Nunca Mais: Manisfestantes vão às ruas neste sábado (9) em todo o Brasil
- Ministério da Educação: Novas denúncias surgem e pressão por CPI cresce

Para que a CPI emplaque, entretanto, alguns obstáculos precisam ser superados. O Planalto e os aliados do governo no Senado buscam convencer parlamentares a retirarem suas assinaturas.

De outro lado, o presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), já afirmou que não só as assinaturas são necessárias mas também seu próprio "crivo".

O tema não é novo no Senado. Para instauração da CPI da Pandemia no Senado, a oposição precisou ir até o Supremo Tribunal Federal para que Pacheco criasse o colegiado - mesmo já houvesse assinaturas suficientes para sua criação.