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Bahia, Pernambuco e Rio de Janeiro puxam taxa de desemprego no 1º trimestre

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Desemprego

Trabalhadores dos estados da Bahia, de Pernambuco e do Rio de Janeiro foram os que mais sentiram os efeitos do desemprego no primeiro trimestre deste ano. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (13) pelo IBGE, estas regiões tiveram as maiores taxas de desocupação na comparação com o último trimestre do ano passado .

Com a estabilidade em quase todos os estados, Bahia concentrou a maior taxa de desemprego, com 17,6%; seguidos por Pernambuco 17,0% e Rio de Janeiro 14,9%. Já as menores taxas ocorreram em Santa Catarina (4,5%), Mato Grosso (5,3%) e Mato Grosso do Sul (6,5%).

UF4T 20211T 2022
Bahia17,317,6
Pernambuco17,117,0
Rio de Janeiro14,214,9
Sergipe14,514,9
Acre13,214,8
Paraíba13,014,3
Alagoas14,514,2
Rio Grande do Norte12,714,1
Amazonas13,113,0
Maranhão13,412,9
Distrito Federal12,112,6
Piauí11,912,3
Pará11,012,2
Brasil11,111,1
Ceará11,111,0
São Paulo11,110,8
Minas Gerais9,49,3
Tocantins9,69,3
Espírito Santo9,89,2
Goiás8,78,9
Roraima9,28,8
Rio Grande do Sul8,17,5
Rondônia6,86,9
Paraná7,06,8
Mato Grosso do Sul6,46,5
Mato Grosso5,95,3
Santa Catarina4,34,5
Amapá17,514,2

O número de pessoas ocupadas no país ficou em 95,3 milhões, composto por 67,1% de empregados, 4,3% de empregadores, 26,5% de pessoas que trabalharam por conta própria e 2,0% de trabalhadores familiares auxiliares.

Os maiores percentuais de trabalhadores por conta própria foram do Amapá (35,9%), Amazonas (35,7%), Pará (34,6%) e Rondônia (32,4%), todos estados da região Norte do país.

Também foi verificado no Pará o maior percentual de trabalhadores informais (62,9%). Norte e Nordeste concentram os maiores percentuais dessas categorias profissionais.

Rendimento médio cresce somente no estado de São Paulo

No primeiro trimestre deste ano, o rendimento médio mensal recebido pelos trabalhadores foi estimado em R$ 2.548, um aumento de 1,5% em relação ao último trimestre de 2021 (R$ 2.510). Esse valor, porém, é 8,7% menor que o do 1º trimestre do ano passado (R$ 2.789).

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