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Auxílio emergencial: Pagamento da segunda parcela está atrasado há 21 dias

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Inicialmente, o pagamento iria começar dia 27 de abril. Depois, o Governo Federal disse que seria adiantado para o dia 23 abril. Por fim, o dinheiro nem saiu.

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O Governo Federal não está com pressa em pagar o auxílio emergencial, tanto que a segunda parcela ainda não tem data para sair. A verdade é que o calendário de pagamento, divulgado pela Caixa no início de abril, já não está valendo nada.

O pagamento da segunda parcela deveria ter começado dia 23 de abril, contemplando as pessoas que estão no Cadastro Único – não recebem Bolsa Família – e trabalhadores informais inscritos no aplicativo ou site de auxílio emergencial e que já receberam a primeira parcela.

Mas antes do congelamento do pagamento da segunda parcela, a data para iniciar o crédito nas contas bancárias dos brasileiros já havia sido alterada. De acordo com o calendário inicial, divulgado dia 7 de abril, o pagamento da segunda cota dos R$ 600 deveria começar dia 27 de abril.

Depois, em coletiva do ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, com o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, foi anunciado que a segunda parcela começaria a ser paga dia 23 de abril.

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O que está acontecendo com o pagamento?

Após a coletiva, o Ministério da Cidadania divulgou uma nota informando que a procura pelo auxílio foi maior que o esperado pelo Governo Federal. De acordo com o Ministério, o valor disponível para cada uma das três parcelas é de R$ 32,7 bilhões.

Foi preciso solicitar ao Ministério da Economia um crédito suplementar para completar o recurso que havia sido liberado inicialmente. No dia 24 de abril, a Medida Provisória nº 956 garantiu o aporte de mais R$ 25,7 bilhões para o pagamento do auxílio emergencial de R$ 600.

No mesmo dia da liberação do aporte, o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, afirmou que no início da semana seguinte seria definido o calendário de pagamento da segunda parcela.

Entretanto, a Caixa segue divulgando o pagamento somente da primeira parcela e não fala nada sobre as demais parcelas do auxílio emergencial. O Ministério da Cidadania também não se pronuncia mais sobre o assunto.

Dessa forma, a população que precisa com urgência desse dinheiro para colocar comida dentro de casa fique desamparada.