Reconta Aí – Atualiza Aí Como será a distribuição de vacinas contra Covid-19?

Como será a distribuição de vacinas contra Covid-19?

Projetos de Lei surgem no Senado para organizar prioridades da distribuição de vacinas contra Covid produzidas pela Fiocruz, com a orientação de Oxford.

Vacinas contra covid serão produzidas na Fiocruz. O desenvolvimento delas foi feito na Universidade de Oxford.

Ao menos seis diferentes vacinas contra a Covid estão em fase final de testes ao redor do mundo. No Brasil, estão sendo testadas quatro destas, com destaque para a desenvolvida pela Universidade de Oxford, que possui um acordo com a Fiocruz e garante não só a produção, mas também o acesso à uma plataforma para o desenvolvimento de outras vacinas.

Vacinas contra Covid pelo SUS

O Projeto de Lei 4.023/2020, proposto pelo senador Alessandro Vieira (Cidadania/SE) visa organizar a distribuição das vacinas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Para tanto, propõe que a vacinação comece pela parte da população mais vulnerável à Covid, como portadores de doenças crônicas, idosos, entre outros.

No mesmo sentido, o PL de Vieira quer assegurar que as doses sejam distribuídas pelo Brasil com critérios técnicos definidos. Demografia, população já imunizada, número de indivíduos pertencentes aos grupos de risco e número de óbitos. De acordo com a Agência Senado, Vieira busca assegurar que as vacinas atendam à população e ao País, tendo a erradicação do vírus como meta. E ainda relembrou a situação inicial da pandemia, quando houve uma corrida para a compra de respiradores e não sua distruibuição de forma adequada.

Vacinas contra Covid na rede privada

Já a senadora Kátia Abreu (PP/TO) propôs o Projeto de Lei 3.987/2020, que dispõe sobre planos de saúde e seguros privados. A senadora quer tornar obrigatória a cobertura de vacinações contra doenças que podem ser prevenidas durante períodos de emergência sanitária.

Em entrevista à Agência Senado, a senadora afirmou que “A medida vai beneficiar diretamente os 47,1 milhões de brasileiros assistidos pela saúde suplementar, mas trará também benefícios indiretos às operadoras, que evitarão os enormes custos associados ao tratamento de seus beneficiários acometidos pelas formas graves da Covid-19″.

No mesmo sentido, Kátia Abreu ainda pretende disciplinar o tema em caso de novas epidemias futuras.