Reconta Aí – Atualiza Aí Caixa Auxílio emergencial: Falta de informação provoca filas nas agências da Caixa

Auxílio emergencial: Falta de informação provoca filas nas agências da Caixa

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O Governo Federal prorrogou o auxílio emergencial com valor reduzido de R$ 300 por parcela. Mas até o momento, o calendário de pagamento não foi divulgado e isso está gerando uma corrida até as agências da Caixa.

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Além do calendário, a instabilidade no sistema da Caixa contribui para o aumento das filas. As entidades que representam os bancários afirmam que a falta de planejamento do governo deixa a população confusa.

De acordo com o presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae), Sergio Takemoto, a situação é preocupante. “O empregado da Caixa da linha de frente é o principal apoio de quem precisa esclarecer os motivos de não estar recebendo o auxílio, uma vez que o governo não assume esse papel”, explica.

Takemoto ressalta que mesmo após sucessivos erros, o governo ainda não aprendeu. “Segue ignorando essa desorganização e expondo os beneficiários e os empregados da Caixa ao risco de contágio da Covid-19”, afirma o presidente da Fenae.

Desde o início da pandemia, as entidades alertam sobre as filas e reivindicam soluções. Mas, segundo Takemoto, o governo vem ignorando todas elas.

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Déficit de empregados

O presidente da Fenae alerta que a Caixa tem um déficit de quase 20 mil empregados e que não houve reposição. “A falta de empregados compromete a qualidade do atendimento à população, especialmente neste momento de crise como o que estamos vivendo agora”, afirma Takemoto.

Não é de hoje que as entidades reivindicam novas contratações. Para a coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE/Caixa), Fabiana Uehara Proscholdt, o Banco Público precisa com urgência de mais recursos para a área de Tecnologia da Informação.

Essa situação acaba levando os empregados a cumprirem jornadas de trabalho extensas. De acordo com Fabiana, os funcionários do Banco Público estão atuando em jornadas de 10 e 12 horas, além dos sábados.

“Vemos que não existe necessidade de abertura das agências aos sábados, isso não tem aliviado as demandas que tem chegado às agências durante a semana e pior, os empregados estão extremamente estafados”, alerta a coordenadora da CEE/Caixa.

Fabiana acrescenta que a contratação de mais empregados vai melhorar tanto as condições de trabalho quanto o atendimento à população.

Com imagem e informações da Fenae.