Reconta Aí – Atualiza Aí Auxílio Emergencial: Centrais Sindicais lançam campanha pela manutenção de R$ 600

Auxílio Emergencial: Centrais Sindicais lançam campanha pela manutenção de R$ 600

As Centrais Sindicais estão preocupadas com a população desempregada que neste momento conta apenas com o auxílio emergencial como fonte de renda. Por conta da MP 1000/2020, que cortou o auxílio emergencial pela metade, onze entidades sindicais lançaram uma campanha e um abaixo-assinado pela manutenção do valor em R$ 600,00 até o mês de dezembro.

anúncio da prorrogação do auxílio emergencial com valor reduzido para R$ 300 foi feito pelo presidente Bolsonaro no início do mês. Para as Centrais, a MP restringe a capacidade das famílias brasileiras enfrentarem as consequências da crise causada pela pandemia do coronavírus, em especial o desemprego e a perda de renda do trabalho.

Com abaixo-assinado, ações de rede, nos locais de trabalho e no Congresso Nacional, as 11 centrais farão a Campanha “600 Pelo Brasil – Coloca o Auxílio Emergencial pra votar, Maia”.

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Além da pressão em cima do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, para pautar a votação da Medida Provisória (MP) 1000/2020, encaminhada pelo governo de Jair Bolsonaro, as entidades pretendem buscar o apoio e o voto de cada parlamentar. Segundo as Centrais, das 262 emendas de deputados e senadores à MP 1000, boa parte propõe valor superior aos R$ 300.

Por conta dos novos critérios para aprovação do cadastro, nem todos os brasileiros vão receber esse pagamento. Na quarta-feira (16), duas normas que regulamentam alguns procedimentos para esta nova fase do auxílio emergencial foram publicadas no Diário Oficial da União: o Decreto nº 10.488 e a Portaria nº 491 – do Ministério da Cidadania.

De acordo com os textos, os dados de todos os 67,2 milhões de brasileiros aprovados anteriormente serão analisados novamente pela Dataprev. E dessa vez serão considerados os requisitos da MP 1.000.

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