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Atos Fora Bolsonaro ganham força com descobertas da CPI da Covid

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Imagem do site Recontaai.com.br

Aumento das denúncias contra o governo leva o Fórum Nacional Fora Bolsonaro a intensificar atos contra o presidente.

Como resultado das novas denúncias ao governo Bolsonaro feitas à CPI da Covid e do aumento do número de mortes pela doença, movimentos sociais, partidos, Coalização Negra e as Frentes Povo Sem Medo e Brasil Popular intensificaram a marcação de atos contra o presidente.

Josué Rocha, coordenador do MTST e integrante da Frente Povo Sem Medo, avalia que as manifestações tendem a aumentar. "A gente acredita que as revelações da CPI da última semana mostram mais um crime cometido por Bolsonaro. Por isso, acreditamos que mais pessoas se unirão aos protestos", afimou a liderança popular.

Cronograma dos atos Fora Bolsonaro

Em nota, a Campanha Fora Bolsonaro anunciou um novo calendário de manifestações:

  • 30 de junho: Ato em Brasília para protocolar mais um pedido de impeachment;
  • 3 de julho: No próximo sábado haverá mais um Ato Nacional Fora Bolsonaro, que ocorrerá em diversas cidades do País.

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Além dessas duas datas, os movimentos sociais mantêm a previsão de que no dia 24 de julho novas manifestações aconteçam nas ruas. Além disso, continuarão se reunindo para que as manifestações não esmoreçam. "O fórum utilizado para a marcação dos atos surgiu da Campanha Nacional Fora Bolsonaro, que reúne as duas frentes: a coalizão negra por direitos e partidos, constituída no ano passado", explicou Josué Rocha.

Novas pautas

As reivindicações das manifestações, segundo o site da campanha Fora Bolsonaro, foram atualizadas. Além da defesa da vacinação para todas as pessoas, contra a fome, por empregos e pelo auxílio emergencial de R$ 600, mais pautas foram agregadas.

Dentre elas, a defesa dos serviços públicos e a luta contra os cortes na educação, bem como contra o teto de gastos, a reforma administrativa e as privatizações. Segundo a campanha, a luta contra o racismo, a violência e a defesa dos direitos dos povos indígenas são pilares importantes, "e devem crescer nas próximas mobilizações".

Leia mais sobre manifestações e atos no Reconta Aí.