Empregados se unem a entidades defensoras para um Dia Nacional de Luta, nesta quinta-feira (13)

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Empregados da Caixa se unem a entidades defensoras para um Dia Nacional de Luta, nesta quinta-feira (13), em todo o Brasil. A manifestação é mais uma ação da campanha #ACAIXAÉTODASUA e é contra as medidas de fatiamento, venda das partes lucrativas do Banco Público e da retirada de direitos dos trabalhadores.

Para reforçar o ato, as entidades representativas orientam os empregados a usarem roupas pretas no dia da mobilização. Além disso, é importante que empregados do Banco se reúnam com os colegas e conversem com a população.

Cartilhas reúnem dados sobre a Caixa

Para mostrar a real situação do Banco Público, a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e a Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae) lançaram duas cartilhas.

Além de mostrar como os investimentos da Caixa impactam diretamente no desenvolvimento do Brasil e no papel social do Banco, as publicações #ACAIXAÉTODASUA e Lutas e Conquistas contam a história das mobilizações dos empregados da Caixa por melhores condições trabalho e por um banco público e social.

Reestruturação da Caixa é barrada

A Justiça determinou a imediata suspensão do processo de implementação do novo plano da Caixa. A liminar saiu nesta terça-feira (11) após a Contraf-CUT entrar com ação contra a reestruturação do Banco.

A decisão da Justiça determina que seja realizada reunião e tratativas no âmbito da Mesa Permanente de Negociação. O documento diz ainda que o Banco Público deve reformular o cronograma de adesão e fixar prazos que não sejam inferiores a quinze dias após a conclusão das negociações.

Para o presidente da Fenae, Jair Ferreira, a Justiça está dizendo que a Caixa deve respeitar os empregados. “[O empregado] vive um clima de insegurança gerado pela direção da Caixa, com uma reestruturação sem qualquer conversa com os trabalhadores. Vamos defender sempre que o Banco respeite a negociação com a representação dos seus trabalhadores e a dignidade de cada trabalhador”, afirmou.

Com informações da Contraf e Fenae.