Movimento defende um modelo de desenvolvimento voltado para a valorização dos produtos da biodiversidade e o pagamento pelos serviços ambientais.

Cerca de 250 extrativistas, agricultoras e agricultores familiares da Amazônia e do Cerrado farão uma caminhada na Esplanada dos Ministérios nesta quarta-feira (6) em um ato simbólico em defesa do meio ambiente. Acompanhados de suas porongas, eles sairão da Catedral de Brasília às 18h rumo à Praça dos Três Poderes. 

Poronga é uma lamparina, geralmente feita com latas de óleo, que os seringueiros  usam na cabeça para percorrer as estradas da floresta Amazônica. 

Os participantes  querem dizer que são contra a agenda política de incentivo ao desmatamento e às queimadas, à garimpagem, à extração ilegal de madeira e que não aceitam a ideia de que a gestão ambiental “sabota” o desenvolvimento do País.

Os participantes do ato estão reunidos em Brasília para o IV Congresso Nacional do Conselho Nacional das Populações Extrativistas e Comunidades Tradicionais da Amazônia.