Sem acordo coletivo, a categoria decretou greve geral nesta terça-feira (10) à noite. Eles são contra a privatização dos Correios, medida defendida por Bolsonaro e Paulo Guedes.

Outros pontos importantes para a decisão de greve geral, tomada após assembleia dos trabalhadores, é a busca por reajuste salarial e manutenção de benefícios, como manter os pais dependentes dos planos de saúde, vales alimentação e refeição.

Para o Sintect-SP, “a direção dos Correios a mando do governo se negou a negociar com os trabalhadores. O próprio TST denunciou isso”. “A intenção do governo e da direção da ECT é acabar com os benefícios da categoria.” Segundo o sindicato, em nota, a direção da ECT e o governo querem “reduzir radicalmente os salários e benefícios para privatizar os Correios”.

A notícia da greve já vem gerando preocupação entre os varejistas, como a gigante Amazon, que não tem uma rede de logística pulverizada no Brasil, o que reforça a importância dos Correios.