A Autonomia do Banco Central do Brasil, um projeto encaminhado pelo atual governo, propõe um mandato de 4 anos para o presidente e para os diretores do Banco Central.

Uma das principais características desse modelo é a não-coincidência dos mandatos com a entrada do chefe do executivo, o presidente. Isso impede que o regente eleito na nação possa ter controle direto sobre a política econômica do país, já que a função do Banco Central é primordial para tanto.