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IBGE: 11,8 milhões de brasileiros estão em situação de desocupação

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Imagem do site Recontaai.com.br

De acordo com dados da Pnad Covid-19 mensal, no mês de junho a taxa de desocupação subiu para 12,4% da população economicamente ativa.

Cresce a taxa de desocupação.

O mercado de trabalho vai mal há tempos, porém a pandemia está piorando a situação dos brasileiros. De acordo com a Pnad Covid-19 mensal do mês de junho, a taxa de desocupação subiu de 10,7% para 12,4% da população economicamente ativa.

Ou seja, mais de 1,7 milhão de trabalhadores buscou emprego no mês de junho, totalizando um contingente de 11,8 milhões de pessoas. Com isso, a população ocupada diminuiu para 83,4 milhões de trabalhadores.

Um dos fatores para o aumento da desocupação, segundo o diretor adjunto de Pesquisas do IBGE, Cimar Azeredo, é o de que com a flexibilização do isolamento social, mais pessoas voltaram a buscar emprego. Portanto, há de se esperar os números de desalentados para saber se houve a troca de posição desses indivíduos.

Diminuiu também a quantidade de pessoas afastadas do trabalho por conta do distanciamento social imposto pela pandemia. Ou seja, 11,8 milhões de trabalhadores voltaram ao mercado, o que representa 24,9% do contingente. Entre os trabalhadores que não foram afastados, 8,7 milhões seguiam em atividade remota no mês de junho. Já entre os trabalhadores não afastados, 8,7 milhões estavam atuando de forma remota em junho.

O número de desocupados e desalentados deve ser acompanhado para que se possa desenhar políticas públicas de auxílio, segundo Cimar Azeredo. Confira quem são os desocupados e outras categorias relativas ao mercado de trabalho.

A taxa de desocupação se insere dessa forma no mercado de trabalho. Fonte: IBGE